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20/01/2022 às 05:20h
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EVENTO DE HALLOWEEN – PARTE 2: A MALDIÇÃO DO CARRASCO DE MIDRANDA


Com a chegada da Maré Negra ao litoral do continente, o Príncipe Zarad desespera-se e corre para socorrer o seu povo no Abismo do Mar.
Apesar da promessa de apoio dos pristonianos, nenhum plano de ação é definido até a sua partida.
Enquanto o Comandante Derik organiza as tropas para auxiliar na evacuação do povo das águas, o Comandante Raory planeja a perigosa missão designada à Líder do Esquadrão de Arqueiras, Arteres, e a Ceres, Líder das Assassinas Reais, de encontrar a localização secreta da fonte da Água da Vida de Zairweus no Santuário do Abismo.
Valendo-se de sua inigualável habilidade de infiltração, Arteres e Ceres chegam ao local sem serem notadas nem mesmo pela guarda do Príncipe Zarad, permanecendo ocultas e observando, atentas, a todos os movimentos de Midranda e da sua Tríade da Destruição.
Subitamente, surge um tumulto na entrada do Santuário e, logo, os sons do brandir das armas em colisão de umas com as outras, o barulho surdo dos golpes bloqueados por escudos e os gritos agonizantes de dor dos guerreiros feridos ecoam por todo o Templo.
De longe, Arteres e Ceres identificam o Tridente Lendário sendo empunhado pelo líder do batalhão e deduzem tratar-se de mais um ataque precipitado pelo Príncipe Zarad.
Logo em seguida, o terrível Carrasco de Midranda deixa a sua formação na Tríade e avança violentamente contra os ousados invasores.
Quando a projeção de Midranda posiciona-se sobre a batalhão de tritões, já reduzido, ouve-se uma enorme explosão de energia e a matéria escura dissipada escurece todo o ambiente.
Aflitas e impossibilitadas de ajudar os guerreiros de Zarad, sem que revelem a sua localização aos inimigos, a Arqueira e a Assassina só podem continuar assistindo, impotentes e à distância, mais um terrível massacre após restabelecer-se a visibilidade.
Todos os guerreiros tritões caídos e muito feridos, são transformados em mais escravos à serviço de Midranda.
Novamente, graças ao poder do Tridente Lendário, Zarad é protegido por um escudo energético e consegue escapar ileso do ataque fulminante do Carrasco de Midranda.
Mas, desolado, leva as mãos à cabeça e, lamentando-se profundamente, vê-se obrigado a recuar mais uma vez.
O novo ataque mal sucedido de Zarad deixa Arteres e Ceres indignadas e sem conseguir entender se o atual líder do povo das águas, realmente, é muito corajoso ou apenas um tolo mesmo, por tentar enfrentar um inimigo tão poderoso sozinho, mesmo após o desastre do primeiro confronto.
Rapidamente, a indignação da Arqueira transforma-se em terror e as memórias da sua tortura e de todo o sofrimento que teve suportar quando foi prisioneira de Yagditha retornam de uma só vez à sua mente, provocando um ataque de pânico na corajosa guerreira.
Ceres pede para que ela respire profundamente e tenta acalmá-la para não comprometer a sua missão.
Em seguida, triunfante, o Carrasco de Midranda retorna à sua formação junto à Tríade da Destruição, posicionando-se, em destaque, no ápice do triângulo formado por ela.
Incorporando a força do próprio Midranda e das outras duas projeções, Penumbra de Midranda e Sombra de Midranda, o Carrasco de Midranda irradia uma energia negra a partir de sua aura, reencarnando o papel da Peste, como um autêntico Cavaleiro do Apocalipse.
Arrastando a sua aura negra por onde passa, o Carrasco de Midranda espalha a sua Maldição pelo caminho, fazendo os seres vivos que o encontram adoecer e transformar-se em Aberrações da natureza; e trazendo de volta à vida os mortos enterrados no fundo do mar e sob a terra.
Ainda sem sinal das tropas pristonianas, Zarad persegue o Carrasco de Midranda até o continente, trilhando o rastro de destruição deixado pela poderosa entidade das trevas.
Decidindo retornar à Ricarten para pressionar o Comandante Derik a apressar o envio do reforço para o povo das águas, ao chegar na cidade, surpreende-se ao deparar-se com a Princesa Dzari dos Sophetios e põe-se a discutir, fervorosamente, com ela:
 
- “O que os Sophetios estão fazendo aqui?!
Os anciões do meu mundo contam que os Lagartos foram criados pelos perversos Igolanos para serem os guerreiros de Midranda e são fiéis a ele.
Por isso, após a Segunda Guerra dos Deuses, foram banidos e condenados a viver no lamacento Pântano do Crepúsculo para toda a eternidade”, desdenha Zarad.
- “Ora!
Mas, quem é este ignorante que ousa julgar a mim e ao meu povo desta forma?!
Da mesma forma, os nossos registros históricos contam que a infidelidade do povo das águas atraiu para si a ira dos deuses, tendo sido, por isso, abandonado e dizimado pelo seu próprio criador.
O povo das águas é um povo sem deus, que só ainda existe pela misericórdia da Grande Aliança dos Deuses”, retruca a Princesa Dzari com vigor.
- “Baaahhh!...
Não tenho tempo para ficar discutindo com você, princesa lagarto!
O meu povo está sendo obrigado a deixar as suas casas e está morrendo neste exato momento!
Enquanto isso, você insiste em dar um treinamento aos pristonianos, que já deveriam estar no Abismo do Mar nos ajudando conforme prometeram?!
Derik, como podemos confiar em aliados que se aliam aos nossos inimigos?!”, indaga o Príncipe Zarad, com indignação.
 
O Comandante Derik é obrigado a intervir, veementemente, para evitar um conflito interno:
 
- “Parem com isso!
Zarad, a Princesa Dzari e os Sophetios estão do nosso lado!
Os Sophetios são guerreiros fabulosos e conquistaram a nossa confiança.
Não podemos brigar entre nós neste momento!
Precisamos de toda a ajuda possível, se quisermos derrotar Midranda mais uma vez.
Nossas tropas de auxílio estão prontas, Príncipe!
Vamos escolta-lo até o Abismo do Mar e ajudar o seu povo na evacuação da cidade, mantendo-o seguro no caminho até o seu antigo esconderijo nas cavernas.
Partamos, agora, sem mais demora!”.

Ao mesmo tempo em que o Comandante Derik, o Príncipe Zarad e as tropas pristonianas chegam ao Abismo do Mar, o tenebroso Carrasco de Midranda avança continente adentro, espalhando a sua Maldição por toda parte.
A Peste é disseminada muito rapidamente e, logo, os mundos são tomados por aberrações da natureza, criadas pela contaminação da aura de matéria escura do Carrasco de Midranda; e mortos-vivos, emergindo de suas covas sob a terra.
A Maré Negra continua avançando e o exército de quase-mortos de Midranda cresce na mesma proporção que os guerreiros pristonianos e do povo das águas são transformados em almas penadas, escravos da escuridão.
O poderoso Varuh e sua horda de Guardiões Santos sombrios lideram a marcha das tropas ofensivas, que só aumentam em números.
A Água Negra da Vida atinge os rios, ameaçando o suprimento de água dos pristonianos e colocando em perigo a Árvore da Vida mais uma vez.
As Fadas das Estações são alertadas e unem-se para erguer uma barreira mágica de proteção das raízes da Grande Mãe, que bebem das águas profundas e cristalinas do subterrâneo.
Cada vez mais, as invocações sagradas dos guerreiros são enfeitiçadas e continuam atacando os seus próprios invocadores.
A dimensão das trevas se instala e os povos dos dois mundos se retraem, tentando apenas sobreviver ao ataque implacável do deus do mal.
Ainda sem conseguirem sequer esboçar uma reação, tornam-se meros espectadores da destruição e da morte de toda a forma de vida, assistindo ao show de horrores de Midranda, apáticos e impotentes.
Conforme o cenário iminente do fim da própria existência se desenha, a sensação do fim do mundo como todos o conhecem sedimenta-se como a nova realidade no íntimo de todos.
O apocalipse de Midranda dá à Última Guerra dos Deuses um significado trágico e literal para a Grande Aliança dos Deuses, para os pristonianos e para o povo das águas...
 
Confira o novo Monstro Especial Noturno e o novo Boss, que foram adicionados nesta segunda parte do evento de Halloween!
 


 

 
 
Saiba tudo sobre os Eventos de Halloween:
  Evento de Halloween – Parte 1: Maré Negra
  Roleta, Lojinha e Cabeça de Abóbora
 
 
 
  
 
Evento Especial: A Maldição dos Mortos-Vivos
 
 
O rastro da aura negra do Carrasco de Midranda, além de contaminar e transformar os seres vivos em criaturas bizarras, faz reviver os mortos, que deixam os seus túmulos no fundo do mar e sob a terra para assombrar o mundo.
Neste mês de Halloween, encerrando os Eventos Especiais, você poderá aproveitar a terrível Maldição dos Mortos-Vivos!
Durante 2 (duas) horas seguidas, nos períodos da Manhã, da Tarde, da Noite e da Madrugada, os monstros de todos os mapas serão transformados em Mortos-Vivos!
Divirta-se!
 
 
 
O Evento de Halloween – Parte 2: A Maldição do Carrasco de Midranda está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores e no subservidor especial Ômega, que integra os servidores Awell, Migal e Midranda.
 
 
 
A Última Guerra dos Deuses está, cada vez, mais assustadora!
Mas, jogar Priston Tale no Halloween, durante todo o mês de novembro, está ainda mais divertido!
Aproveite!
 
 
 
Equipe Priston Tale 

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