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05/03/2020 às 05:20h
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EVENTOS: O RETORNO DE YAGDITHA, MACACO HONGKY E OUTROS EVENTOS PROLONGADOS


Os pristonianos mal conseguiram celebrar a vitória no Festival promovido por Celina e já tiveram que lidar com a terrível maldição da família Khan, que se espalhou por todo o continente e transformou os monstros em mortos-vivos.
Yaratus, líder do Esquadrão de Magos, utiliza-se da Quintessência para anular o feitiço que se estendeu para as criaturas do mundo de Priston e consegue conter a ameaça.
O aprimoramento da técnica da Fusão salvou a civilização da extinção e demonstra ter um grande potencial, que pode elevar todo o povo a um novo patamar evolutivo.
O fim de ano pristoniano foi marcado pela tragédia das batalhas travadas e pela ansiedade da interminável Guerra dos Mundos. Mas, o início do novo ciclo traz a esperança por um futuro melhor, sob a influência da Quintessência.
O Príncipe Zarad tem a chance de passar algum tempo com sua mãe Pítia e aproveita para atualizar-se sobre a nova técnica da Fusão desenvolvida por Celina.
Entretanto, Zarad e Arteres estão aflitos quanto ao misterioso desaparecimento da Sereia Marina e do Ermitão Hermit, de quem não têm notícias desde antes do último ataque de Midranda. A ausência de Marina traz à consciência de Zarad os seus sentimentos afetivos que nutre por ela e agrava o seu sofrimento.
O Comandante Derik reúne-se com os conselheiros para a primeira sessão do ano e discute uma nova estratégia para derrotar o deus maligno definitivamente.
Zarad informa o Conselho Real sobre a sua aliançacom Yagditha e, apesar de saber que não pode confiar no filho de Zairweus, Derik concorda que esta é a melhor chance e o melhor momento para atacar e por fim à Guerra dos Mundos.
O Conselho Real aprova a investida e determina a movimentação de todas as tropas para o Abismo do Mar, contando com a cooperação de Yagditha para entrarem pelo portão principal da Fortaleza.
Com Celina ainda se recuperando dos ferimentos causados por Kithius na última batalha, parte do exército pristoniano, que ainda não foi adaptado por ela para combater no fundo das águas, permanece em terra, juntamente com Ceres e as suas Assassinas Reais, para proteger o continente de possíveis ataques dos seguidores de Midranda remanescentes.
Após alguns dias de jornada, os demais líderes de esquadrão e os tritões, finalmente, chegam aos domínios de Fortaleza de Yagditha, liderados pelo Comandante Derik e pelo Príncipe Zarad, sem encontrar qualquer resistência inimiga e levam consigo uma quantidade considerável da Quintessência produzida pelas Sacerdotisas dos Elementos.
Subitamente, as colossais portas da Fortaleza se abrem e Yagditha, em pessoa, aparece para recebê-los.
O Comandante Derik e o Príncipe Zarad adiantam-se para conversar com o, até então, inimigo e, agora, aliado.
Yagditha informa que o exército de Midranda está todo reunido em torno do Santuário do Abismo e é numeroso e poderoso. Mas, afirma que retomou o controle dos seus guerreiros e posicionou-os, estrategicamente, mantendo-os em prontidão para o ataque, aguardando a chegada de Zarad.
À medida em que os pristonianos avançam para interior da Fortaleza de Yagditha, ficam fascinados com as estruturas e com o avanço tecnológico herdados de Zairweus.
Até mesmo Zarad não tinha ideia do que representava o apogeu da civilização do Abismo do Mar, antes do exílio do seu povo nas cavernas submarinas.
Quando os exércitos dos povos da terra e das águas unem-se, assim como os guerreiros dos sete reinos subaquáticos reúnem-se para lutar, lado a lado, mais uma vez, o cenário mais utópico se concretiza e a aliança improvável com Yagditha toma forma, onde o mundo todo se mobiliza para derrotar o deus que deseja destruí-lo.
Antecedendo o primeiro ataque, Yaratus, líder do Esquadrão de Magos, cria uma névoa subaquática para distrair as hordas de Midranda, valendo-se da Quintessência novamente.
Em seguida, o Comandante Derik ordena aos líderes de esquadrão para que iniciem o ataque, sincronizadamente.
O Príncipe Zarad e seus tritões avançam em conjunto com Yagditha e os guerreiros do Abismo do Mar, dando lugar uma batalha épica e feroz.
Cercado e sem o seu líder nem generais para guiá-los no campo de batalha, o exército de Midranda é obrigado a recuar para o interior do Santuário, após sofrer muitas baixas.
De repente, do fundo da fonte das águas curativas do deus Zairweus, percebendo a ameaça, Midranda desperta do seu sono regenerativo e os seus assustadores olhos vermelhos brilham intensamente. Um feixe de luz poderoso emana do seu corpo em direção aos portais do Santuário, selando-os, magicamente, para proteger-se do ataque inimigo e preservar o que restou do seu exército.
Os guerreiros de Midranda, que ficaram trancados do lado de fora do Santuário do Abismo, são aniquilados rapidamente.
Porém, nem mesmo a magia da Quintessência e os ataques combinados dos mais poderosos guerreiros, tanto do povo das águas quanto dos pristonianos, são capazes de romper a barreira mágica de Midranda que protege os portais.
Ao que parece, somente um deus é capaz de irromper o poderoso campo de força e a deusa Idhas não pôde acompanhar os pristonianos, desta vez, pois o seu corpo mortal ainda está se recuperando dos graves ferimentos sofridos na última batalha.
Frustrado, imediatamente, Yagditha volta-se contra Zarad e recrimina-o:
 
- “Você falhou, Zarad!
Midranda continua sendo ameaça dentro do meu reino e é tudo culpa sua!”.
- “Este é o reino do meu povo também, Yagditha!
Se você não tivesse aberto as portas para Midranda, em primeiro lugar, nada disso teria acontecido!
Agora, temos a chance de reunificar os sete reinos e podemos governar juntos, para proteger o nosso povo, caso Midranda decida retornar algum dia”, propõe Zarad.
- “Juntos?! Ha ha ha ha!
Você acha mesmo que um príncipe bastardo tem a legitimidade para governar o meu povo?!
Você deve ter ouvido tantas e repetidas vezes as histórias dos seus falsos profetas, que passou a acreditar que pode ser rei de verdade”, ridiculariza Yagditha.
- “Tragam-me os prisioneiros!”, ordena Yagditha, logo após.
 
Um grupo de guardas do Abismo do Mar adentram a sala, escoltando a Sereia Marina e o Ermitão Hermit, acorrentados e abatidos pelo tempo em cativeiro.
 
- “O que é isso?!
Maldito!
Liberte-os imediatamente!”, indigna-se Arteres, avançando contra os guerreiros de Yagditha.
 
O Comandante Derik impede o ataque da Arqueira irada.
Um clima de tensão instaura-se diante do Santuário do Abismo.
Os guerreiros de Zarad, os pristonianos e o exército de Yagditha entram em formação de batalha, contrapondo-se perigosamente.
 
- “Zarad, sei o quanto você se importa com Marina.
Se você permanecer, aqui, como meu prisioneiro e mandar os seus tritões e os seus aliados pristonianos se retirarem da minha Fortaleza, libertarei esta traidora e este Ermitão insignificante com vida.
Ah! Quero esta substância, que vocês chamam de Quintessência, também.
Ou encontrem a morte certa, caso decidam me desafiar nos meus domínios”, Yagditha propõe a barganha em tom ameaçador.
 
Uma tropa de guerreiros do Abismo do Mar, que permaneceu oculta durante a batalha contra as hordas de Midranda, cerca o exército aliado de Zarad e dos pristonianos, surpreendendo a todos.
 
- “Não faça isso, Zarad!
O seu povo precisa de um rei.
Yagditha matará você!”, o Comandante Derik apela a Zarad.
- “Sinto muito, meu amigo...
Eu não posso governar o meu povo, se o meu coração estiver partido pela perda do amor da minha vida.
Eu te amo, Marina!
Viva e cuide bem do meu povo!
Derik, ajude Marina a libertar o povo das águas deste tirano!
Hermit, confio a vida de Marina a você!”, Zarad se despede e entrega-se ao inimigo.
- “Zarad! Não!
Nãããããooo!
Por favor, meu amor!
Eu te amo também!”, desespera-se Marina.
 
Os guardas de Yagditha arrastam a Sereia Marina e Hermit em direção à saída da Fortaleza.
Sem alternativas, os tritões de Zarad e os guerreiros pristonianos recuam, sem reagir e deixam a Quintessência remanescente para trás.
Arteres mal consegue se segurar...
Do lado de fora, quando Hermit e Marina são libertados, abraçam-se calorosamente com Arteres, desconsolados com o destino de Zarad.
Os tritões e parte das tropas pristonianos retornam ao esconderijo de Zarad e os líderes de esquadrão, capitaneados pelo Comandante Derik, retornam ao continente para reagruparem-se e prepararem uma nova estratégia para derrotar Yagditha e salvar o Príncipe Zarad.
Arteres decide ficar com Hermit e Marina, também, no esconderijo de Zarad para apoiá-los nesse momento difícil.
Yagditha deixa um batalhão guardando os portais do Santuário do Abismo e aprisiona Zarad num sombrio calabouço, que já foi ocupado por Arteres anteriormente.
Zarad é açoitado pelos carrascos do Abismo do Mar, sistematicamente, enquanto Yagditha retoma o seu laboratório para estudar a Quintessência produzida pelos pristonianos e utiliza o seu tempo de descanso para torturar, pessoalmente, o príncipe bastardo.
Yagditha se espanta com as propriedades e possibilidades da Quintessência e decide testá-la na prática.
Valendo-se da mesma magia que utilizou para teletransportar Midranda da prisão mágica da deusa Idhas no passado, Yagditha decide enviar Zarad para o Santuário do Abismo, diretamente para o exército do seu inimigo.
A magia da Quintessência amplifica o poder do ambicioso semideus e consegue transcender a barreira mágica de Midranda, jogando Zarad na cova dos “leões” do inimigo.
No Santuário do Abismo, mesmo quase morto, Zarad consegue abater alguns guerreiros que o atacam, assim que chega no local.
Como medida de desespero, o seu instinto de sobrevivência o faz relembrar do que conseguiu aprender, recentemente, sobre a evolução da técnica da Fusão com a sua mãe Pítia e Zarad consegue tornar-se invisível e esconder-se, através da sua magia aprimorada, sem chamar a atenção do deus que repousa nas fontes de águas medicinais.
Apesar de ter sobrevivido por ora, Zarad encontra-se sem saída e tem a sensação de que a morte é o seu destino certo e iminente.
No seu segundo teste, a partir da observação da magia realizada pela deusa Idhas para permitir que os pristonianos sobrevivam sob as águas, indefinidamente, e da magia realizada pelo deus Midranda para permitir que Deykoon pudesse caminhar em terra por prazo indeterminado, Yagditha consegue, finalmente, concretizar a obra da sua vida.
Graças ao poder da Quintessência, agora nas mãos de Yagditha, os seus guerreiros conseguem sobreviver e guerrear tanto no mar quanto na terra, sem o auxílio da Couraça Abissal.
Porém, Yagditha ainda não sabe sintetizar a substância alquímica e precisa conseguir mais dela para poder converter todo o seu exército e conquistar o mundo.
Yagditha, então, utiliza toda a Quintessência roubada dos pristonianos para adaptar o maior número de guerreiros possível e envia-os para o continente para iniciar a sua nova invasão e conseguir mais da Quintessência para transformar o seu exército.
A Guerra dos Mundos tem uma reviravolta e Yagditha retorna mais poderoso do que nunca!
 
Detenha os guerreiros adaptados do Abismo do Mar e proteja a Quintessência para evitar que caia nas mãos do inimigo!
Confira os detalhes do evento O Retorno de Yagditha nas tabelas abaixo:
 
 
 
 
 

O evento O Retorno de Yagditha está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
 
 
Macaco Hongky
 
 
Após a fuga dos Macacos Hongky provocada por Arteres, quando estava possuída, o Mago Real Dorian passou a se dedicar a entender o efeito das Pedras Idetas sobre o seu comportamento e fisiologia, que os transformou em nômades, predadores vorazes e deixou-os ainda mais agressivos e com uma força física descomunal.
Recentemente, visando contribuir com suas primeiras conclusões, o Mago Real Dorian decide levar todos os Macacos Hongky em cativeiro para o local onde um grande fragmento de Pedra Idetas caiu, no dia em que a deusa Idhas atraiu o meteorito para o continente.
Chegando no local, os animais começaram a se agitar de forma anormal, assim como aumentou a sua agressividade.
Enquanto o cientista observava e fazia suas anotações, os macacos conseguem romper as grades das jaulas e escapam novamente.
O Mago Real Dorian é obrigado a proteger-se com uma esfera mágica dos ataques ferozes e mal consegue retornar à Ricarten para pedir ajuda.
Capture os Macacos Hongky, antes que ataquem os pristonianos desavisados que cruzarem o seu caminho.
Confira os detalhes do evento Macaco Hongky abaixo:
 
 
O evento Macaco Hongky está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
 
 
Evento Interservidores (Prolongado)
 
 
Durante as Férias de Verão, os jogadores dos servidores Awell, Migal e Midranda podem continuar curtindo, juntos, todos os eventos num subservidor interservidores exclusivo e full PvP.
Divirta-se!
 
 
 
2x Score SoD (Prolongado)
 
 
A pontuação no SoD (Survive or Die!) da próxima semana continuará sendo contabilizada em dobro!
O evento 2x Score SoD foi prorrogado!
Quanto mais vezes você pontuar, maior será a premiação em Ouro pela somatória de todas as pontuações realizadas no período de ranqueamento.
Portanto, engaje-se!
 
 
Os eventos das Férias de Verão já começaram quentes!
Mas, a gente só está esquentando!
Divirta-se pra valer com o Priston Tale!
 
 
Equipe Priston Tale
    

COMENTÁRIOS

MutanteÔmega tem que ser um servidor fixo, um servidor de TRETA.
Não é preciso mudar nada estar perfeito assim, com características dos serviços alfa mais PvP entre os servidores pra galera brincar.
O que poderia ser feito seria a realização do BC pelo ômega quem sabe assim o jogo não volta ter disputa ????????????
É muito chato jogar o bless sabendo os ganhadores.
51 dias atrás

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