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20/01/2022 às 05:20h
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LENDAS DO OCIDENTE - PARTE 1



Com a ajuda de Glacies, os pristonianos encontraram uma grande quantidade de fragmentos da Alma de Fogo, com o uso da réplica do Cristal de Gelo forjado pela Senhora do Inverno. À medida que os fragmentos eram localizados pelos grupos de busca, as réplicas do Cristal de Gelo terminavam sendo destruídas, devido a grande energia emanada pelas pedras incandescentes que acabava os arruinando. Felizmente, graças a esta força-tarefa, Glacies e Celina conseguem forjar novamente o cristal escarlate com a reunião dos fragmentos.
 
Enquanto isso no Pântano do Crepúsculo, Tsora que, após recuperar-se, acompanhava as investigações no local juntamente com uma equipe de guerreiros de elite designada pelo Conselho Real, descobre acidentalmente que o verdadeiro Cristal de Gelo havia sido escondido dentro do grande monumento sagrado em forma de taça, após detectar uma fagulha de luz estranha que era emanada do seu interior.
 
            - “Isso explica tudo e o porquê da tempestade estar tão concentrada no Pântano.”
            - “O epicentro é aqui! Precisamos destruir este cristal o quanto antes!”, comenta Tsora.
 
Inesperadamente, enquanto o grupo dirigia-se para o monumento, a Dama da Neve e a sua Tribo surgem e promovem um ataque surpresa. Glacies detecta a presença da Dama da Neve e do Cristal de Gelo e, sem hesitar, segura um dos braços de Celina e teletransporta-as juntamente com a Alma de Fogo até o Pântano. Já no local, Glacies dispara uma rajada concentrada de ar gélido com uma de suas mãos em direção ao monumento, que atinge-o em cheio. Neste momento o Cristal de Gelo flutua e paira diante de todos, irradiando um enorme brilho que interrompe a batalha.
Por um breve instante, Celina vislumbra um semblante oculto por trás dos rostos da Dama da Neve e dos integrantes da sua Tribo. Celina percebe que choravam por dentro por estarem sendo obrigados a se voltarem contra os seus aliados, devido ao controle mental de Midranda.
 
            - “Consigo sentir a dor deles por estarem sendo obrigados a se voltarem contra nós.”
            - “Devemos, realmente, destruir este cristal Glacies?”, questiona Celina.
            - “No começo do mundo, as Fadas foram criadas para trazer o equilíbrio das estações e possuíam, também, a missão de proteger a grande mãe, a Árvore da Vida.”
            - “Porém, neste início, não houve uma entidade designada para equilibrar o inverno e por isso a Árvore da Vida criou o Cristal de Gelo.”, explica Glacies.
            - “Ele já cumpriu o seu papel e não é mais necessário neste mundo, não hesitem!”
 
Sem titubear, Tsora agarra a Alma de Fogo das mãos de Celina e atira-o contra o Cristal de Gelo.
 
            - “Não faça isso! A energia emanada pela explosão da Alma de Fogo vai nos desintegrar!”, grita Glacies, enquanto prepara-se para conter a onda de choque com suas habilidades.
 
O choque entre os cristais promove um forte clarão que os estilhaça imediatamente, disseminando seus fragmentos por todo o continente. Graças a Glacies a energia emanada pela explosão da Alma de Fogo foi contida. Nesse meio-tempo Celina nota lágrimas escorrendo do rosto da Dama da Neve, que esboça um leve sorriso e desaparece logo em seguida juntamente com a sua Tribo, após executar um gesto com o seu cajado.
Assim como diz a lenda, por preservarem ainda a grande energia do deus do fogo, os fragmentos do cristal ainda energizados com a explosão ajudaram a descongelar o Pântano do Crepúsculo e o continente. Os lagartos deixam o estado de hibernação e Rubi, a Sacerdotisa do Fogo, desperta recuperando suas habilidades.
Já em caminho para Ricarten, Celina encontra um fragmento da Alma de Fogo no chão. Ao tocá-lo uma estranha sensação manifesta em seu corpo, como se ocorresse um choque na alma. Celina então segura-o contra o peito, olha para o céu e pressente uma estranha vibração, partindo de uma presença oculta.
 
            - “A alma do mestre, finalmente…”
 
Passados alguns dias após os últimos acontecimentos, já com a temperatura do continente normalizada, relatos do surgimento de estranhas criaturas, nunca jamais vistas, começam a aparecer em várias regiões, até mesmo no fundo do mar.
Peixes Cor de Rosa foram encontrados pela guarda do Príncipe Zarad e em meio a eles uma espécie desconhecida de sereia. Zarad ordena então que os levem para o palácio submarino.
Pensativo, enquanto tentava desmistificar a origem de tais criaturas, como de costume o príncipe admirava as enormes paredes decoradas com protuberantes conchas, contendo desenhos esculpidos que contam parte da história do começo do mundo. Durante a sua reflexão, Zarad aponta para um dos desenhos, que parecia estar danificado pelo tempo, e tenta ler o texto esculpido.
 
            - “Bra.., Bra..k.”
 
A Sereia Marina adentra no grande salão e nota uma peculiaridade entre o desenho que Zarad observava e a sereia misteriosa.
 
            - “Nossa, são idênticas! Mas o que significa Brak?”, questiona Marina olhando para a sereia e para os desenhos.
            - “Não é Brak... É Brasolk!”, a sereia desconhecida então desperta.
 
Imediatamente os tritões apontam suas lanças para a sereia, mas Zarad acena para baixarem a guarda.
 
            - “Porque tem uma foto dela aqui no…”, neste instante Marina é interrompida.
            - “Sou Kyara, pertenço a tribo Brasolk do extremo Ocidente. No passado, o antigo imperador dos mares tinha acordos com praticamente todas as espécies aquáticas, incluindo as tribos mistas, como os Brasolks.”, explica Kyara.
 
Zarad e Marina ouvem atentamente a história da bela sereia de longos cabelos pretos e decidem entrar em contato com o Conselho Real na superfície.
 
            - “Isso é tudo que temos Derik?”
            - “Sim, Arteres. Feras de fogo, jacaré de peruca, guerreiros de cabelos avermelhados e até peixe cor de rosa. Alguns chegaram a ver um homem que utilizava um furacão para se locomover.”
            - “Isso se parece muito com os mitos contados no extremo Ocidente.”, complementa Derik.
            - “Mitos do Ocidente?”, pergunta Diana.
            - “Existem lendas por todo o continente pristoniano. Já vivi muitas eras e ouvi os mais diversos mitos. Essas criaturas que descreveu, Derik, tem relação direta com um desses mitos antigos.”
            - “Exatamente Celina.”, Zarad entra no grande salão do Castelo Real acompanhado de Marina e Kyara.
 
Como se tivessem sido hipnotizados, todos parecem estar seduzidos pela beleza de Kyara após terem avistado a sereia. Marina não gosta da forma como Zarad e os demais olham para Kyara, Arteres, percebendo a situação constrangedora, tenta acalmar a amiga. Zarad, portanto, pede para Kyara explicar a situação aos membros do conselho, confirmando então a lenda contada por Celina.
 
Com a explosão da Alma de Fogo, os fragmentos ainda energizados do cristal se espalharam pelas áreas mais remotas do continente. Alguns deles foram arremessados nas florestas aos arredores da terra dos Brasolk, no extremo oeste, e explodiram provocando uma grande queimada, deixando seus habitantes desesperados.
Um animal considerado extremamente sagrado por esta tribo, assustado com o barulho da explosão e com as chamas, abandonou o seu habitat natural e fugiu para longe das delimitações do terreno místico. Saci, um dos membros da tribo, partiu em sua busca, já que longe do terreno místico o animal estaria completamente vulnerável. Poderoso, brincalhão e muito agitado, ao correr em busca do animal sagrado, Saci acabou criando vários tufões que atingiram, acidentalmente, alguns membros desprevenidos da tribo Brasolk, lançando-os para diversas regiões do continente pristoniano.
A tribo Brasolk é extremamente devota à natureza e não perdoa qualquer mal causado contra ela. Os Brasolks acreditam que os pristonianos são os causadores de todo o transtorno que afeta suas terras sagradas e começam a atacar todos que encontram pelo caminho onde caíram.
 
Ainda no Castelo Real, Derik descreve para Kyara as criaturas que foram relatadas nos últimos dias pela Guarda Real e ela confirma serem seus companheiros. Kyara então pede ajuda para contê-los e levá-los de volta para o seu habitat natural, assim como o animal sagrado que havia fugido e que é responsável pelo mantimento do equilíbrio místico da floresta onde vivem.
 
            - “Se possível, evitem feri-los no combate e tenham extrema cautela, pois são poderosos e podem revidar!”
            - “Cuidado com o Saci, além de muito traiçoeiro, carrega uma forte magia dentro do seu gorro e pode acabar ferindo muitos dos seus guerreiros.”, finaliza Kyara.
 
As Lendas do Ocidente são reais e querem se vingar dos pristonianos pelos estragos causados pelos fragmentos da Alma de Fogo. Os pristonianos conseguirão convencer os Brasolks de que não foram os causadores das queimadas no extremo oeste do continente?
Ajude Kyara a encontrar o Saci e a trazer seu povo de volta.
 
 
Confira os detalhes do evento Lendas do Ocidente - Parte 1:

 










 
O evento Lendas do Ocidente - Parte 1 está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores, no subservidor especial Ômega, que integra os servidores Awell, Migal e Midranda, e no subservidor especial Zeta, que integra os servidores Awell, Migal, Midranda e Valento!
 
 
Planejamos, com muito carinho, o evento Lendas do Ocidente para valorizar e celebrar as manifestações culturais e folclóricas brasileiras. Comemore o Dia do Folclore Brasileiro divertindo-se jogando Priston Tale Brasil!
 
 
Equipe Priston Tale

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