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19/09/2019 às 05:20h
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O CHAMADO DAS TREVAS - PARTE 3: SOPHETIOS


Os Sophetios são seres reptilianos que, embora tenham sido criados pelos Igolanos, a partir da combinação da essência de animais selvagens com o poder dos dragões e o genoma pristoniano, são tão evoluídos, que se desenvolveram como uma raça autônoma e formaram uma civilização avançada no Pântano do Crepúsculo.
O povo Lagarto decidiu permanecer isolado de todo o resto do mundo e viveu, pacificamente, desde que quase foram extintos pelo poder destrutivo da Arma Antiga na Segunda Guerra dos Deuses.
Mas, com o passar do tempo, a imposição do ostracismo e a ameaça ao ecossistema do seu santuário pelo crescimento desenfreado da população pristoniana, que provocou o desmatamento, realizou a caça e a pesca predatórias e poluiu os rios, criaram uma revolta e um ódio crescente contra os seus antigos inimigos nas novas gerações.
Há algum tempo, um grupo de dissidentes extremista, liderado pelo cientista Lagarto Doutor, realizou um ataque terrorista e contaminou o Lago da Ganância com uma letal arma química. A toxina era tão poderosa que penetrou no subsolo e contaminou a Árvore da Vida, quase destruindo toda a vida no mundo do Priston.
Na Terceira Guerra dos Deuses, Midranda ordenou ao Greedy para que contaminasse os reservatórios de água para fazer adoecer os exércitos pristonianos. Greedy desenvolveu um sofisticado vírus, que tornava os lagartos mais violentos e os submetia ao seu controle mental, para manipular os Sophetios e forçá-los a utilizar a mesma arma química do Lagarto Doutor na sua missão. Mas, com a ameaça de contaminação dos mares, Midranda suspendeu o ataque no último instante, por força da aliança formada com Yagditha.
Aproveitando-se da animosidade dos lagartos rebeldes, a ambiciosa Princesa Dzera e seu amante General Zardo aprisionaram o Rei e a Rainha Lagarto, assumiram a liderança da ofensiva contra os pristonianos e desencadearam um terrível ataque em todo o continente há pouco tempo.
Mas, os Sophetios sempre foram suscetíveis a ataques por inimigos que desejavam manipulá-los.
Na mesma época, Yagditha modificou o vírus do Greedy para controlar os lagartos e transformou-os em instrumentos da sua vingança contra o inimigo comum, sem que o General Zardo nem a Princesa Dzera sequer notassem que estavam sob a sua perniciosa influência.
Fiel aos seus pais governantes e aos princípios pacíficos dos seus antepassados, a Princesa Dzari procurou o auxílio dos pristonianos e firmou uma promissora aliança de convivência harmônica entre os dois povos.
Os Xamãs Reais desenvolveram uma vacina para o vírus de Yagditha, libertando os lagartos do seu controle mental e enfraquecendo a rebelião.
Paros e o seu Esquadrão de Pikes, acompanhados da Princesa Dzari, invadiram o palácio dos Sophetios e libertaram a família real do cativeiro.
Mas, por ter revelado a localização secreta do santuário do povo lagarto no Pântano do Crepúsculo aos pristonianos, a Princesa Dzari foi banida pelo Rei Lagarto do seu próprio reino, mantendo a sua serva e amiga-irmã, Tsora, como sua única aliada.
A Princesa Dzera e o General Zardo fugiram para o interior da floresta com os rebeldes e nunca mais foram vistos.
Quando Midranda enviou o Chamado das Trevas através dos Cristais Negros, os Sophetios responderam, resignados e automaticamente, assim como os Asmodianos e os Igolanos, seus criadores.
Apesar de terem evoluído como uma raça independente ao longo dos milênios, a ligação dos Sophetios com os Igolanos e Midranda é visceral. A maioria dos lagartos não consegue controlar o seu instinto primordial, a memória celular de que são guerreiros do deus do mal, frutos do poder obscuro dos magos negros.
O Guardião Negro, chefe dos ciclopes-espiões de Midranda, conduz os líderes Igolanos ao mais profundo das densas florestas do Pântano do Crepúsculo para se encontrarem com a Princesa Dzera e o General Zardo em seu esconderijo.
Os líderes dos rebeldes Sophetios aderem, imediatamente, ao Chamado das Trevas e desencadeiam o seu plano de tomar o poder no reino dos lagartos e de aniquilação total dos pristonianos. Enxergando a oportunidade que lhes foi apresentada pela visita dos seus criadores, Dzera e Zardo sentem ser este o momento que aguardavam para concretizar a sua vingança.
O General Zardo comanda o ataque do seu exército, somando forças aos Asmodianos e seus dragões.
A Princesa Dzera acompanha os líderes Igolanos e os agentes de Midranda até o Palácio Real dos Sophetios.
Em reverência e temerosos aos seus criadores, o Rei e a Rainha Lagarto recebem-nos no salão real, apesar da pena de banimento que recai sobre a sua filha Dzera.
 
- “Reconhecemos que devemos a nossa existência aos Igolanos.
Mas, também, é verdade que quase deixamos de existir por causa disso.
Aceitando o nosso passado, hoje, os Sophetios são um povo pacífico.
Não lutaremos na guerra de Midranda!
Os nossos antigos inimigos pristonianos também não são bem-vindos aqui. Mas, não estamos em guerra com eles da mesma forma.
Dzera traiu o nosso povo e não é mais uma Sophetio!”, posiciona-se, com contundência e autoridade, o Rei Lagarto.
 
Sentindo-se, profundamente, desrespeitados, os Igolanos ficam furiosos e usam da sua magia negra para subjugar o arrogante líder do exército de lagartos, que consideram sua propriedade.
O Rei Lagarto é muito forte. Mas, já com idade avançada, começa a sufocar e a agonizar sentado em seu trono.
 
- “Esperem!
Não o matem ainda!
Precisamos dele vivo para atrair a minha irmã traidora, que se tornou uma aliada dos nossos inimigos pristonianos.
Eu quero que Dzari assista a morte deste velho tolo, antes de eu acabar com ela também!”, intervém a vingativa Princesa Dzera.
 
Os Igolanos a ouvem e decidem poupar a vida do Rei do Lagarto, ao menos, por ora.
Mas, enfeitiçam o Rei e a Rainha Lagarto, colocando-os sob o seu controle hipnótico.
Vendo tudo acontecendo diante dos seus olhos, Tsora desespera-se com a situação. Mas, com a presença dos Igolanos e dos enviados de Midranda no Palácio, não consegue sair para a avisar a sua ama nem os pristonianos.
Em todas as partes do continente, os implacáveis guerreiros Asmodianos, os dragões, liderados por Kir e Kelvezu, e os poderosos Sophetios, acirram-se os combates, desenhando-se um cenário sombrio e violento de guerra antecipadamente.
Diante de oponentes tão poderosos, as forças divididas dos pristonianos começam a ser superadas pelos adversários.
Subitamente, em Pillai, uma criatura alada colossal e lendária surge nos céus e desfere um poderoso ataque contra a cidade, causando incêndios e muitos estragos.
O lendário Dragão Kelvezu e um esquadrão de Dragões montados por guerreiros Asmodianos trazem um verdadeiro inferno nas alturas.
O Mestre Raymon e os Magos Reais erguem uma barreira mágica para proteger o lar flutuante dos Morions e tentar evitar que a cidade seja destruída novamente.
Ao mesmo tempo, outro ataque impiedoso é desferido contra a cidade de Ricarten. Kir, o Dragão de três cabeças de Midranda, e outro esquadrão de Dragões massacram a outra principal cidade pristoniana com as suas rajadas de fogo, gelo e raio.
A Sábia Celina invoca a Esfera Elemental da Água e cria uma cascata para bloquear os ataques dos poderosos Dragões.
Enquanto isso, no esconderijo de Zarad, o Xamã Razik e o Mago Real Ray são informados dos incidentes da superfície e apertam, ainda mais, o passo para concluir a construção do posto pristoniano avançado. Razik e Ray sabem que precisam retornar o quanto antes ao continente e ajudar os seus companheiros contra as novas ameaças.
Os carrascos de Yagditha torturam os ermitões capturados para tentar descobrir a localização secreta do esconderijo de Zarad.
Mas, só conseguem obter a confirmação de que Marina e Hermit juntaram-se aos rebeldes e estão ajudando os pristonianos, também, antes de matá-los.
Após uma morte lenta, cruel e dolorosa, os ermitões são empalados com as lanças dos soldados, que vazam a sua carapaça e são fixadas, em pé, no fundo do mar, exibindo as carcaças como uma mensagem a todos os traidores do Abismo do Mar.
Quando Hermit vê aquela cena hedionda, fica apavorado e procura, imediatamente, a Sereia Marina para refugiarem-se no esconderijo do Príncipe Zarad.
Yagditha está no seu encalço e, cada vez, mais próximo de encontrá-los.
Melhor adaptado ao novo ambiente, Deykoon chega, finalmente, aos portais dimensionais da Estrada Sombria para dar prosseguimento à sua missão, portando uma bolsa de couro, que aparenta conter algum objeto ou artefato mágico no seu interior.
O Comandante Derik recebe um relatório do Mago Real, elaborado pelo Guarda Real, contendo a informação de que os Dragões estavam surgindo na região do temido covil do Kelvezu e envia o Esquadrão de Arqueiras, sob a liderança interina de outra guerreira, enquanto Arteres se recupera, para investigar.
O Conselho Real não tem outra alternativa, senão a de direcionar todos os esforços para conter os ataques violentos causados pelo levante dos aliados de Midranda.
Os imprevistos começam a afetar, profundamente, o tempo previsto para a implementação do plano estratégico do ataque massivo ao Abismo do Mar e preocupam muito o Comandante Derik.
Confira os detalhes do evento “O Chamado das Trevas - Parte 3: Sophetios” nas tabelas abaixo:
 
 
  
 
 
 
 
 
 

O evento “O Chamado das Trevas - Parte 3: Sophetios” está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
Colete as informações sobre os inimigos a ajude à construção da estratégia para vencer mais essa difícil batalha.
Derrote as forças aliadas de Midranda e evite a destruição do continente!
 
 
 
Evento de Independência do Brasil
 
 
O Brasil é um país tão vasto quanto o território do continente do Priston.
Assim como para os pristonianos, os brasileiros conquistaram a sua liberdade e soberania ao custo de muita luta e sacrifícios.
Em 07 de setembro de 1822, o Brasil tornou-se um país soberano, libertando-se da sua condição de colônia de Portugal.
Por isso, os brasileiros comemoram, com muito orgulho, esta célebre data.
Em homenagem ao povo brasileiro, tão corajoso e guerreiro como a civilização pristoniana, os artistas de Eura produziram quadros para ilustrar e simbolizar esse espírito de luta comum aos dois povos.
Mas, o transporte foi atacado pelos Asmodianos, seus Dragões e pelos Sophetios no caminho.
As obras de arte se fragmentaram e espalharam-se por todo o continente.
Ajude a coletar as peças dos quadros, restaurando-os por completo, e entregue-os para o PNJ Patriota.
Você receberá uma recompensa por isso!
Confira os detalhes do Evento de Independência na tabela abaixo:
 
 
O Evento de Independência está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
 
 
Aproveite o feriado da Independência para curtir o Priston Tale!
Divirta-se!!!
 
 
 
Equipe Priston Tale

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