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21/11/2019 às 05:20h
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SOB O OLHAR DAS TREVAS, DUNGEON FEVER E BONECA HINA


O Príncipe Zarad, seus guardiões tritões e a Sereia Marina permanecem em Ricarten para criar um plano de ataque contra Yagditha junto com o Comandante Derik e o Conselho Real até o limite que seus corpos físicos conseguem manter a forma pristoniana sem retornar ao mar.
Finalmente, conseguem elaborar uma estratégia que todos acreditam poder conduzi-los à vitória.
A distância entre o continente e o Abismo do Mar é um grande empecilho para a realização de um ataque massivo dos exércitos pristonianos, pois não é possível movimentar tantas tropas, simultaneamente, sem chamar a atenção do inimigo.
Assim, de acordo com a tática planejada, conforme os exércitos forem sendo preparados, as tropas se deslocarão até o posto intermediário, que será criado no complexo de túneis que abrigam o esconderijo do reino do Príncipe Zarad.
Os túneis são um verdadeiro labirinto. Mas, o Príncipe Zarad informa que um deles é grande o bastante para comportar o avanço dos batalhões pristonianos e desemboca próximo à malha de túneis submarinos, que integram o complexo sistema de filtragem de água, quase na Fortaleza de Yagditha.
Segundo o Príncipe Zarad, Yagditha não conhece a localização do seu esconderijo e, certamente, desconhece a existência dessa passagem também.
Entretanto, o plano é complexo e a sua implementação demanda um tempo considerável de preparação tanto pelos pristonianos quanto pelo Príncipe Zarad.
Então, nesse ínterim, acordam em iniciar um processo de troca recíproca de conhecimento entre os dois povos, em que os tritões guardiões do Príncipe permanecerão em Ricarten para ajudar a treinar os guerreiros a enfrentar os soldados de Yagditha e o Mago Real Ray e o Xamã Real Razik irão até o reino de Zarad para ajudar a construir o posto avançado dos pristonianos.
Os novos aliados concordam em ajudar-se mutuamente, também, caso Yagditha e Midranda decidam atacá-los antes de estarem preparados para a execução da ofensiva.
Ciente dos novos planos para a Guerra dos Mundos, Lirie decide retornar ao Templo dos Elementos para avisar às suas irmãs Sacerdotisas sobre o retorno de Midranda e para ajudá-las a se prepararem para o perigo que está por vir.
Comovida pela história do Príncipe Zarad, Lirie oferece-se a ajudá-lo a descobrir sobre o paradeiro de sua mãe pristoniana.
Lirie conta ao Príncipe Zarad que, embora seja a Líder das Sacerdotisas dos Elementos, ela nunca tinha ouvido falar sobre a história da mãe dele, mas diz que perguntará às anciãs a respeito do fato, partindo, logo em seguida, através de um portal de teletransporte criado por ela.
Tendo exercido um papel crucial para a formalização da aliança do Príncipe Zarad com os pristonianos, a Sereia Marina decide ver como está a sua amiga Arteres e despedir-se dela, antes de retornar para o mar.
Enquanto isso, o Príncipe Zarad é cativado por uma interessante conversa com o Mago Real Dorian, que estava visitando Ricarten, para quem demonstra como foi forjada a concha de ouro mágica, utilizada para amplificar o poder do canto da Sereia Marina e libertar Arteres do feitiço de Yaten. Em contrapartida, Dorian explica as propriedades mágicas da Pedra Idetas e conta como foi trazida para o mundo do Priston pela deusa Idhas. Zarad compartilha com Dorian, também, que alguns meteoritos caíram no mar recentemente, mas que o seu povo ainda está aprendendo sobre a magia da rocha misteriosa, assim como os pristonianos.
Marina encontra-se com Arteres na casa de sua mãe e onde mora, também, a sua irmã Art.
Alena decide deixar Arteres a sós com a sua salvadora, afastando-se dela, pela primeira vez, desde que ela tentou se matar, quando o canto de Marina a libertou do feitiço de Yaten, mas não antes de Arteres assassinar muitos soldados pristonianos.
 
- Você salvou a minha vida, Marina!
Por duas vezes!
Eu lhe devo muito por isto.
Desculpe-me por não parecer tão feliz agora...
Mesmo tendo sido absolvida por todos dos assassinatos que cometi, por que não consigo me perdoar?!
Não há nada que eu possa fazer nesta vida, que compense as coisas terríveis que fiz...
Os atos hediondos que pratiquei são inconcebíveis e destruíram tudo que jurei proteger durante toda a minha vida.
No meu mundo, não há redenção para mim. Não há vida...”, Arteres desabafa e começa a chorar convulsivamente.
- “Você é uma guerreira, Arteres! A mais corajosa que já conheci, sem igual nem mesmo entre todas as Sereias que já encontrei na minha vida.
Lamento por tudo o que aconteceu a você, minha amiga.
Tenha paciência consigo mesma agora.
Você precisa dar-se um tempo, Arteres”, Marina tenta consolá-la.
- “Obrigada, amiga. Prometo me esforçar!
Mas, não vamos falar mais sobre mim agora...
Conte-me como você encontrou esse Príncipe Zarad, afinal.
Você confia nele, Marina?”, Arteres tenta desviar o assunto e indaga Marina.
- “Eu ouvi muitas histórias dos irmãos do Hermit, que foram acolhidos por Zarad no seu esconderijo.
Depois, que Midranda subjugou o meu rei Yagditha, eu senti uma emoção mórbida, como se não tivesse restado mais nada da essência daquele por quem me apaixonei e admirava muito.
Yagditha escolheu o caminho das sombras e colocou o meu povo sob as garras de um deus maligno e tirano.
Para mim, Yagditha está morto! Eu sinto que ele está morto...
Agora, você quer saber se eu confio em Zarad?
Eu acredito que o Príncipe Zarad é o herdeiro mencionado nas profecias dos anciões do mar.
A minha confiança nele tem base sólida nesta convicção.
Além disso, ele parece ser um bom líder e é justo e generoso com o seu povo.
Zarad conseguiu construir um reino com refugiados e sobreviventes de todos os antigos sete reinos e todos convivem em harmonia e levam uma vida pacífica.
Zarad, também, é a chave para que o meu povo possa coexistir com o seu, Arteres, quando a Guerra dos Mundos acabar!
Zarad é... O Príncipe é... Zarad é muito...”, Marina pega-se divagando, mas não tem coragem de falar o que, realmente, pensou, quando é interrompida por Arteres.
- “Está bem! Está bem, Marina!
Já entendi...
Fico feliz por você, minha amiga!
Os seus olhos brilham quando você fala no Príncipe Zarad!”, Arteres consegue esboçar um sorriso tímido nesse momento.
- “O quê?! Eu e o Príncipe Zarad?!
Não. Isso não faz sentido, Arteres. Eu acabei de perder o meu amado rei Yagditha...
Eu não posso sentir nada por ele, além do fato de Zarad ser o nosso próximo rei.
Mas... você acha que o Príncipe Zarad me acha bonita, amiga?
Hmmm... Bem, eu já estou ficando desidratada e preciso voltar para o mar agora.
Vamos nos encontrar novamente, Arteres!
Fique bem!”, Marina enrubesce e fica toda desconcertada, despedindo-se de Arteres em seguida.
A Sereia Marina reúne-se com o Príncipe Zarad, os seus guardiões e, acompanhados do Mago Real Ray e os seus Magos Reais e o Xamã Razik e os seus Xamãs Reais, chegam até o mar.
Os guardiões revigoram-se nas águas e, em seguida, abandonam as suas nadadeiras, mais uma vez, e retornam à Ricarten para treinar os soldados pristonianos, enquanto os demais seguem a sua jornada até o esconderijo secreto do Príncipe Zarad.
Ao chegarem no refúgio, deparam-se com um reino, surpreendentemente, desenvolvido, tanto pela avançada tecnologia quanto na tradição de forjar instrumentos mágicos que, de tão belos, são verdadeiras obras de arte.
A magia no reino de Zarad é muito poderosa e ressalta-se ainda mais no próprio Príncipe mestiço, filho de um rei-mago tritão e uma sacerdotisa pristoniana, quando começa a fazer uma demonstração da tradição ocultista do seu povo original, os remanescentes que sobreviveram ao genocídio do deus Zairweus, para o Mago Real Ray e o Xamã Real Razik, que acompanham tudo, muito impressionados.
Em seguida, dão início à construção do posto intermediário no Abismo do Mar, de onde será deflagrado um ataque massivo, diretamente, à Fortaleza de Yagditha.
Na cidade de Ricarten, Alena decide encontrar-se com Gallia e ver como ela está se recuperando da flechada no seu ombro direito.
A lição do perdão, que a deusa Idhas lhe instruiu, deixou-a muito incomodada e, após refletir longamente, Alena descobre a causa da sua inquietação.
 
- “Olá, Gallia! Como está o seu ombro?
Eu ainda não tive a chance de agradecê-la por ter salvo a minha vida.
Desculpe-me...
Eu tenho me sentido muito mal com a forma com que tenho tratado você e todos os meus amigos desde quando descobrimos que Arteres estava presa no Abismo do Mar e esperando pela nossa ajuda, que nunca chegou...
Na realidade, Gallia, fui eu que não fiz nada por Arteres, a quem amo como minha própria irmã!
Eu estava com muita raiva de mim mesma, sentindo-me frustrada e impotente.
Vocês estavam certos, o tempo todo, sobre Arteres.
Eu é que não queria enxergar nem acreditar.
Veja o que aconteceu com a Arteres, agora, Gallia!
Eu não sei se ela vai conseguir se recuperar...
Não é justo!”, Alena emociona-se e desabafa com a sua companheira, chorando muito.
- “Nós entendemos você, Alena. Apesar da sua agressividade, ninguém conseguiu sentir raiva de você.
Todos nós estávamos sentindo a mesma sensação de impotência e frustração naquele momento.
Como você mesma nos disse, Arteres é a mais forte de todas.
Tenho certeza que, quando mais precisarmos, ela estará lá por nós!”, contemporiza Gallia, acolhendo, fraternalmente, Alena.
Com Gallia ao seu lado, a Líder das Atalantas procura por todos os demais líderes de Esquadrão e Batalhão, com quem se desentendeu nos últimos dias, para pedir-lhes perdão e consegue promover uma bela reconciliação, fortalecendo e aprofundando, ainda mais, os vínculos de amizade e lealdade entre todos.
 
No Abismo do Mar, Midranda visita o laboratório de Yagditha e, avaliando detalhadamente a sua estrutura, começa a traçar o seu plano para conquistar os mundos: dos mortais, tanto na superfície como nas águas; e dos deuses, igualmente.
 
- “Fiquei bem impressionado com o quanto conseguiste avançar, combinando tecnologia e magia para aprimorar os teus soldados.
Talvez, você tu sejas melhor do que aquele traidor, o Greedy, meu ex-General.
A tua técnica é mais aprimorada e supera a todas as criações que ele já conseguiu realizar ao longo da sua vida inútil.
Vamos retomar o teu projeto original e criar novos soldados a partir da mutação dos corpos dos nossos inimigos.
A base do nosso exército será formada pelas tuas criaturas, as que batizaste de Shogoths.
Primeiramente, vamos cuidar do suprimento da matéria-prima dos soldados.
Hmm... estes cristais mágicos servirão bem ao nosso intento”, Midranda aproxima-se do grande estoque de cristais mágicos, que foram extraídos das montanhas geladas de Snowstorm, no Vale Gallubia, pelo falecido General Leusen para que Yagditha pudesse forjar as Couraças Abissais.
   
- “Observa e aprende, oh, meu servo Yagditha!
Testemunha o poder infinito do teu deus criando!”, anuncia Midranda.
 
Abrindo as suas asas e expondo a sua presença imponente com toda a envergadura, Midranda estende as duas mãos, em posição receptiva, à frente do seu corpo poderoso e, proferindo decretos mágicos na língua proibida dos deuses, invoca a Esfera Elemental Negra do Éter, que brota do mais profundo do mundo subterrâneo e pousa, suavemente, sobre as suas mãos.
Dando continuidade à movimentação da magia divina, Midranda canaliza a sua força através da Esfera Elemental e transmuta os cristais mágicos em uma espécie de Cristal Negro de invocação, equipados com Asas Negras de Teletransporte.
- “Estes Cristais Negros são uma projeção da minha consciência e são sencientes.
Quando forem ativados, varrerão todo o continente e saberão o que fazer para conseguir o precisamos.
Diferentemente dos cristais de invocação utilizados pelos pristonianos, o Cristal Negro abriga o potencial energético das minhas criaturas espiãs, e não apenas uma única entidade aprisionada no seu interior.
Além disso, os meus Cristais Negros absorvem a força vital de todos os organismos vivos em seu redor e, ao acumularem energia suficiente, os meus espiões serão invocados por todo o seu trajeto.
Os infiéis saberão que Midranda é o deus mais poderoso e onisciente, que possui olhos e ouvidos em todos os lugares.
Tudo o que os meus espiões virem e ouvirem, eu saberei.
No núcleo de cada Cristal Negro, imprimi uma mensagem, que será transmitida para os meus filhos, anunciando o meu retorno.
Todos os meus filhos carregam a minha marca em suas almas e somente eles conseguirão sentir a minha emanação e ouvir a minha voz.
Os Igolanos, os Asmodianos e os Sophetios ouvirão e, certamente, responderão ao meu chamado quando forem convocados para a guerra mais uma vez.
As Asas Negras fundidas nos Cristais Negros teletransportarão os melhores espécimes, diretamente, aqui, para o teu laboratório, Yagditha.
Neste caso, a força vital dos pristonianos escolhidos será absorvida, apenas parcialmente, até ficarem inconscientes, pelo poder dos Cristais Negros. Mas, serão trazidos para cá, ainda com vida, conforme o teu processo de criação dos Shogoths exige”, explica Midranda, didático e pacientemente, para enaltecer a sua demonstração de poder.
Em seguida, concentrando a sua magia na Esfera Elemental Negra do Éter, novamente, Midranda ativa todos os Cristais Negros e os envia, flutuando através das profundezas, até a região litorânea do continente.
Os milhares de Cristais Negros de Midranda se alinham em toda a extensão da praia e dão início à varredura sistemática de todos os quadrantes daquele território, matando todos os organismos e seres vivos no seu caminho para invocar os monstros espiões e espalhá-los, estrategicamente, por todos os lugares, ao mesmo tempo em que transmitem a mensagem da ascensão de Midranda para todos os seus seguidores.
De repente, um corpo de um guerreiro pristoniano desacordado se materializa em uma das mesas do Laboratório de Yagditha.
O primeiro espécime, selecionado pelos Cristais Negros sencientes, é teletransportado pelas Asas Negras fundidas a eles, instantaneamente, do continente para o Laboratório, para tornar-se um Shogoth, um guerreiro mutante mortal manipulado pela mente do terrível Yagditha.
 
- “Agora, que tu tens tudo o que necessita, começa a trabalhar, imediatamente, Yagditha!
Construa logo o nosso novo exército!
Enquanto isso, vou resgatar os meus filhos, que foram separados de mim na batalha daquele dia infortúnio.
Logrei êxito em encontrá-los no local que os pristonianos chamam de Estrada Sombria.
Quando tu me resgataste, os meus filhos ficaram aprisionados em um espaço multidimensional, em algum lugar no tempo e no espaço, em que eles existem, simultaneamente, na dimensão para a qual a deusa Idhas pretendia me banir e a dimensão deste mundo, um ponto de intersecção entre universos paralelos”, Midranda incentiva Yagditha a trabalhar por ele e comunica-o do seu próximo ato, antes de partir.
 
Algumas horas depois, Midranda retorna ao Laboratório de Yagditha, furioso:
 
- “Argh!
Maldita seja a deusa Idhas!
Não consegui resgatá-los!
Naquela dimensão da Estrada Sombria, só há o nada.
Trata-se de um vácuo, uma lacuna no tempo e no espaço.
Na não manifestação, nem um deus pode existir e, por isso, os deuses tentaram me banir para lá.
Nessa velocidade de criação de Shogoths, demoraremos muito tempo para conseguir o nosso exército, Yagditha!
Sem os meus guerreiros, teremos que pensar em outra forma de aumentar, rapidamente, o nosso poder de destruição.
Vou me recolher no meu Santuário para refletir.
Mantenha-me atualizado do seu progresso!”, Midranda critica a velocidade de Yagditha e dirige-se ao Santuário do Abismo do Mar, cuja fonte de águas medicinais foi criada pelo deus Zairweus, mas Midranda já se refere ao Templo e a ela como se sempre tivessem lhe pertencido.
 
Yagditha segue, totalmente submisso, as ordens de Midranda e acelera o ritmo de trabalho, após ter conseguido criar apenas alguns poucos Shogoths no período em que o seu novo e exigente deus esteve fora.
Em Ricarten, Alena permanece reunida com os seus irmãos e irmãs de batalha, confraternizando-se e celebrando a mensagem da Grande Aliança dos Deuses, que a conduziram para o caminho da reconciliação e da união.
Distraídos pela euforia fraternal do momento, ninguém nota a entrada silenciosa de uma misteriosa guerreira no salão.
Tão letal quanto bela, Ceres, Líder das Assassinas Reais, interrompe a barulhenta reunião.
 
- “Parece que cheguei em boa hora!
É sempre bom ver a família toda reunida.
Mas, infelizmente, não trago boas notícias...
Estou vindo da Ilha Perdida.
Depois da última batalha, quando os nossos exércitos foram obrigados a recuar para defender o Bless Castle, apenas as minhas Assassinas Reais e algumas poucas tropas voltaram para vigiar o inimigo na região litorânea.
Em uma de nossas patrulhas, topamos com monstros muito perigosos e incomuns.
São criaturas das sombras, furtivas, difíceis de serem rastreadas.
Depois de uma longa caçada, nós conseguimos cercar um desses monstros.
Observando-os mais de perto, notamos tratar-se de ciclopes, que possuem o seu único olho superdesenvolvido. Logo, reconhecemos a força de Midranda no brilho escarlate do seu olhar.
Pudemos sentir Midranda nos observando através do olho daquela criatura.
Depois que derrotamos o monstro, vimos um estranho Cristal Negro flutuando no ar, bem próximo dali, afastando-se de nós lentamente.
Quando começamos a seguir aquele Cristal Negro, percebemos que todas as coisas vivas murchavam e morriam no momento que entravam no seu raio de ação.
Agora, vem a pior parte!
Uma das patrulhas, que nos acompanhou de volta à Ilha Perdida, foi atacada por vários Cristais Negros ao mesmo tempo e foram massacrados, sem piedade.
Alguns soldados envelheceram e morreram, em questões de segundos, paralisados no mesmo lugar.
Mas, outros, simplesmente, pareciam ter perdido as suas forças e desmaiaram.
Os Cristais Negros possuíam um dispositivo de Asa de Teletransporte acoplada e, após abrirem um portal com ela, abduziram os guerreiros desacordados.
Conseguimos apenas ver uma estrutura parecida com a de um Laboratório no fundo do mar do outro lado do portal.
O mais assustador foi que os Cristais Negros pareciam ter escolhido, especialmente, aqueles guerreiros para levar embora.
A forma com que se comportavam fez parecer que os Cristais Negros estavam vivos e eram muito inteligentes, por sinal”, Ceres conclui.
 
Gallia e Paros entreolham-se e sabem que a mesma memória aterrorizante da qual compartilham havia retornado às suas mentes no momento que Ceres terminou de contar a sua história.
Ambos se lembraram, ao mesmo tempo, dos Guerreiros do Mar que, claramente, eram pristonianos que haviam se transformado em monstros, como se os seus genes tivessem sido misturados com os de criaturas marinhas, agindo como mortos-vivos comandados pela mente perversa de Yagditha.  
 
- “Princesa Dzari! Tsora!
Aproximem-se, por favor.
Nós encontramos Tsora no caminho para Ricarten, quando regressávamos para informar sobre essa nova ameaça”, Ceres as introduz para que compartilhem com todos os recentes acontecimentos no Pântano do Crepúsculo.
 
Tsora conta que os mesmos Cristais Negros que Ceres descreveu surgiram, misteriosamente, na região do Pântano do Crepúsculo há dois dias.
Mas, em vez da atacarem o seu povo, pareciam emanar uma energia muito densa. Porém, de alguma forma, familiar.
Logo em seguida, os Lagartos começaram a se comportar de forma estranha, quando entravam em contato com essa energia obscura.
Agindo como se estivessem respondendo a um chamado, sob o efeito de um profundo transe hipnótico, os Lagartos sentiram uma vontade irresistível de aproximar-se e seguir os Cristais Negros, abandonando a segurança do seu Santuário.
Tsora relata que ela mesma sentiu o poder da influência do Cristal Negro quando se aproximou de um deles. Mas, conseguiu destruí-lo, antes que perdesse a consciência, e trouxe os seus estilhaços para serem estudados.
Dzari apela por ajuda ao seu povo para o Conselho Real, mais uma vez, temendo que a sua irmã, Dzera, tente aproveitar-se da situação para tentar tomar o trono do reino dos Sophetios para si novamente.
Ao tocar nos restos do Cristal Negro, Celina sente a força da magia negra de Midranda impregnada nos seus fragmentos e não consegue deixar de transparecer o seu temor.
A Sábia Celina decide, então, viajar com a sua amiga Diana, a Clériga do Templo, até Pillai para tentar descobrir, juntamente com o Mestre Raymon e o Mago Real Dorian, alguma forma de neutralizar o poder do Cristal Negro de Midranda.
O Comandante Derik coordena um plano de auxílio à Princesa Dzari, enquanto prepara os exércitos para combater a nova ameaça, assim que Celina retornar de Pillai com uma solução para destruir os Cristais Negros.
Sempre muito perspicaz, o Comandante Derik consegue deduzir qual é o plano de Midranda afinal. Mas, não tem coragem de compartilhar os seus pensamentos assustadores com ninguém naquele momento, escolhendo permanecer em silêncio.
Midranda está formando um novo exército no Abismo do Mar, abduzindo guerreiros pristonianos para transformá-los em mortos-vivos sob o seu comando, ao mesmo tempo que os pristonianos estão tentando aumentar o seu poder ofensivo para organizar um ataque massivo contra Yagditha.
No seu íntimo, Derik sabe que aquele que atacar primeiro, tem mais chance de vencer a guerra.
Por esse motivo, o fator tempo passa a ser crucial para a execução do seu plano de ataque, que precisa ser acelerado imediatamente.
Ceres e suas Assassinas Reais retornam à Ilha Perdida para continuar rastreando os ciclopes espiões de Midranda.
Confira os detalhes do evento “Sob o Olhar das Trevas” (NOVO!) nas tabelas abaixo:
 
 
 
 
 

O evento “Sob o Olhar das Trevas” (NOVO!) está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
Detenha o avanço dos Cristais Negros e dos ciclope-espiões de Midranda, enquanto Celina descobre uma maneira de destruí-los!
Evite a abdução dos guerreiros pristonianos para que não se tornem soldados Shogoths nas mãos de Yagditha!
Prepare-se!
 
 
 
Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo
 
 
No evento Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo”, você pode participar do desafio por até 16 (dezesseis) vezes por dia!
Saiba como obter os Bilhetes do Lagarto, através das Quests Diárias do Caçador Owen, que foram revitalizadas, e os Bilhetes do Lagarto Dourado, através das novas quests da PNJ Tsora, no evento “Sob o Olhar do Mal” (NOVO!).
Confira os detalhes do evento Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo” na tabela abaixo:
 
 
O evento Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo” está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
Aproveite!
 
 
 
Boneca Hina (Reprise)
 
 
A lenda da Maldição da Boneca Hina conta a trágica história da jovem Hina e do demônio aprisionado no interior da sua boneca por um monge exorcista.
Acidentalmente, o General Octulhus, derrotado por duas vezes pelos pristonianos, libertou a boneca demônio da sua prisão em uma catacumba localizada numa região muito remota do oriente.
A Boneca Hina foi atraída para o ocidente pelo grande número de mortos na Guerra dos Mundos.
Mas, quando as almas dos mortos-vivos foram libertadas do poder do Tridente Lendário, a Boneca Hina retornou para o seu refúgio no oriente, para continuar assombrando os habitantes da região.
Os ciclopes-espiões observam a Boneca Hina, que chama a atenção de Midranda.
 
- “Que criatura interessante!
Este demônio conquistou o direito de fazer parte do meu novo mundo.
Vamos ver o que a Boneca Hina é capaz de fazer contra os meus inimigos agora!”, Midranda pensa consigo mesmo em voz alta.
 
Midranda envia a Boneca Hina para o ocidente, novamente, atraindo-a com um de seus Cristais Negros.
A Maldição da Boneca Hina está de volta para assombrar os pristonianos!
Confira!
 
 
O evento Boneca Hina (Reprise) está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
Curta de novo!
 
 
 
Preparamos estes eventos para curar a sua crise de abstinência do Priston Tale, agora, que a Saideira de Férias também terminou.
Continue se divertindo!
 
 
 
Equipe Priston Tale

COMENTÁRIOS

sylvesterVocês são bem criativos. Muito bom!
96 dias atrás

RekSaiiótimo pessoal, espero desfrutar mais uma semana desses eventos pois voltei a jogar ontem quando soube dos eventos..

muito bacana, obrigado
92 dias atrás

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