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03/12/2020 às 05:20h
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A POSSESSÃO DE ARTERES! (REPRISE), MACACO HONGKY (PROLONGADO) E 2X SCORE SOD (PROLONGADO)


Durante todas as quatro semanas de Julho, você pôde acompanhar a evolução da Guerra dos Mundos e muitos eventos novos também.
As Férias de Inverno acabaram!
Mas, você pode reviver as emoções da última semana nos Eventos da Semana da Saideira de Férias.
Confira novamente!
 
 
 
A Ascensão de Midranda
 
 
A Sábia Celina dormia, profundamente, em seus aposentos, quando é acordada, abruptamente, pelo barulho de uma grande confusão.
Os macacos Hongky, que se encontravam presos em cativeiro para as pesquisas do Mago Real Dorian e dos Xamãs Reais, escapam, misteriosamente, após terem o seu comportamento e força física afetados pelo efeito da Pedra Idetas.
Despertando assustada, Celina só nota que o Tridente Lendário havia desaparecido quando o silêncio, finalmente, volta a reinar na madrugada daquela noite agitada.
Celina chama Diana, a Clériga do Templo e sua fiel amiga, que alerta a todos no palácio e os convoca para dirigirem-se à sala do Conselho Real.
O Comandante Derik, imediatamente, determina à Guarda Real para trancar o palácio, a fim de que ninguém possa sair nem consiga entrar no castelo, até que a investigação seja concluída.
Enquanto a lista de residentes no palácio, guardas e servos é, duplamente, verificada, Gallia e Paros, que já estavam desconfiados do comportamento incomum de Arteres e notam a sua ausência na sala, questionam em tom incisivo, para que todos possam ouvir, sobre o seu paradeiro, colocando-a sob forte suspeita.
Alena reage com rispidez às acusações feitas à sua amiga Arteres:
 
- “Vocês já não fizeram Arteres sofrer o suficiente, Gallia e Paros?!
Querem acabar com a vida de uma das nossas melhores e mais fiéis guerreiras!
Se ela está diferente, agora, é porque vocês não fizeram nada para salvá-la!
Ela foi espancada, torturada e só os deuses sabem o que mais de pior aconteceu à Arteres no período em que esteve prisioneira do nosso inimigo.
Ninguém sai ileso de uma experiência traumatizante dessas!
Para sua informação, Arteres foi reencontrar a sua mãe e a irmã Art ontem e deve ter passado a noite junto de sua família.
Como podem suspeitar de Arteres dessa forma?!
O que está havendo com vocês?!
É a nossa Arteres, Gallia e Paros!”, complementa Alena, irritada e inconformadacom ambos.
 
Quando o palácio é liberado, a Guarda Real não encontra nenhuma pista do paradeiro do Tridente Lendário nem de quem o roubou.
Alena decide verificar como está Arteres e visita a casa de sua mãe de sua irmã Art, com quem sempre manteve uma relação muito próxima.
Ao ser informada por Art sobre a forma com que Arteres reagiu a ela e fugiu em seguida, Alena começa a ficar intrigada.
Omitindo a informação sobre o desaparecimento de Arteres, desde a noite anterior, do Comandante Derik e de seus companheiros, Alena, Líder do Esquadrão de Atalantas, seleciona um pequeno grupo de guerreiras de sua confiança e parte em busca da Arqueira desgarrada, para tentar encontrá-la antes de todos e protegê-la.
Mas, um mensageiro das frentes de batalha mais próximas do litoral do continente, onde apenas poucas tropas puderam ser mantidas, por conta do envio de reforços para conter o cerco do General Leusen ao Bless Castle, muito esbaforido e assustado, chega até o Comandante Derik para informá-lo que Octulhus e Arteres foram avistados, juntos e acompanhados de um batalhão de soldados mortos-vivos do Abismo do Mar, atacando, impiedosamente, o exército pristoniano.
Como as tropas remanescentes estavam sendo massacradas, por estarem em menor número e em clara desvantagem para combater os dois poderosos guerreiros, foram obrigadas a recuar para reagruparem-se com as forças da última frente de resistência no Castelo Sagrado. Mas, foram seguidas de perto por Arteres, Octulhus e as suas hordas de monstros.
O Comandante Derik sabe que, se perderem a batalha no Bless Castle, a Guerra dos Mundos pode terminar com a derrota e a aniquilação dos pristonianos.
Então, é obrigado a tomar uma decisão impossível e convoca Gallia e Paros para enviá-los na missão mais difícil de suas vidas:
 
- “Se é verdade o que o mensageiro disse e Arteres virou-se contra nós, a nossa situação é muito delicada e perigosa.
Conhecemos o poder de destruição de Octulhus e, se ele e Arteres conseguirem unir-se ao General Leusen no Bless Castle, não suportaremos e a guerra, certamente, estará perdida. Será o fim da nossa civilização!
Vocês devem impedi-los a qualquer custo, ainda que isso signifique o sacrifício de Arteres”, ordena o Comandante Derik, tentando ocultar as suas emoções.
- “Sim, Comandante!”, Gallia aceita a missão com profundo pesar, mas resignada e disposta a cumpri-la.
- “Se houver alguma chance de salvar Arteres, faremos qualquer sacrifício para trazê-la de volta pra casa, senhor!”, Paros tenta demonstrar algum otimismo e esperança.
 
Para os dois guerreiros, não aceitar a missão que lhes foi dada é inconcebível, frente aos seus códigos de honra rígidos e o inabalável senso de dever.
Ao chegarem nas proximidades do Bless Castle, deparam-se com uma violenta luta sendo travada entre Alena e suas Atalantas contra o poderoso Octulhus.
Quando param e observam melhor, veem duas Atalantas desacordadas no chão e percebem que Octulhus leva vantagem no combate.
Mais ao fundo, atrás do corpulento e perigoso inimigo, os seus olhos encontram Arteres, finalmente, mas não querem acreditar no que testemunham.
Ignorando a presença de Alena, que está sofrendo duros golpes de Octulhus, Arteres massacra as tropas pristonianas, inescrupulosamente, demonstrando uma força física sobrenatural e aparentando estar tomada por uma ira incontrolável.
Imediatamente, Gallia e Paros engajam-se na batalha e aproximam-se de Alena:
 
- “Alena, você encontrou Arteres!
Temos ordem de impedir que ela e Octulhus cheguem ao Castelo Sagrado, a qualquer custo”, Paros comunica as suas ordens, compadecendo-se do desespero de Alena.
- “Sinto muito, Alena!
Mas, essa não é mais a nossa Arteres...”, tenta consolá-la Gallia, enquanto bloqueia um ataque com o seu punho.
- “Não! Por favor, esperem!
Eu suplico! Deixem-me tentar falar com ela.
Arteres sempre foi a mais forte de todos nós.
Ela precisa despertar deste pesadelo!”, implora Alena.
- “Nós manteremos Octulhus ocupado.
Assim, você terá uma chance de chegar até ela.
Mas, cuidado, Alena!
Vimos Arteres matar muitos pristonianos, sem hesitar!”, adverte Gallia.
 
Com a ajuda de seus companheiros, Alena aproxima-se e coloca-se à frente de Arteres afinal:
 
- “Arteres! Arteres!
Sou eu, sua amiga Alena!
Consegue se lembrar?”, Alena tenta chamar a atenção de Arteres.
- “Eu sei muito bem quem você é, Alena.
Você é uma traidora!
Todos vocês me abandonaram e me deixaram para morrer naquelas masmorras imundas!
Já perdi as contas de quantas vezes eu salvei a sua vida! Você me devia!”, retruca Arteres, muito rancorosa.
 
Em seguida, a hábil Arqueira dispara cinco flechas, na sequência e com muita velocidade, aniquilando mais cinco soldados pristonianos com uma incrível facilidade.
 
- “Nãããooo!
Pare com isso, Arteres!
Lembre-se quem você é!
Pense na Art! Como você acha que ela vai se sentir vendo você assim?!”, insiste Alena.
- “Ah! Aquela pirralha irritante?!
Quanto mais cedo ela enxergar quem, realmente, são os pristonianos, melhor pra ela!
Ela precisa saber que não pode confiar em ninguém e que, certamente, será traída um dia.
Agora, chega de enrolação!
Eu reservei esta flecha, especialmente, para você, Alena.
Chegou a sua hora! Prepare-se!”, Arteres ameaça Alena, apontando-lhe uma flecha de cores diferentes das outras, enquanto tensiona o seu arco.
 
Sem piscar os olhos, Arteres realiza o seu disparo certeiro e mortal.
Alena, simplesmente, aguarda o seu fim, passiva, enquanto observa a flecha, que parece voar lentamente, atravessando o campo de batalha em direção precisa do seu coração.
Segundos após, que parecem durar uma eternidade para ela, Alena escuta o som do impacto da flecha aterrissando no seu alvo e o barulho da sua ponta metálica penetrando em cada camada da armadura, mas não consegue sentir nada.
De repente, um corpo cai ao chão e Alena escuta um gemido de dor, que não é dela.
No último instante, Gallia saltou à frente da flecha de Arteres e interceptou-a, antes que atingisse o coração de Alena em cheio.
Gallia é ferida, gravemente, no seu ombro direito pela flecha e não consegue mais lutar.
Paros e Alena assumem uma postura defensiva para proteger Gallia, que está muito machucada e com a flecha de Arteres ainda em seu ombro.
Mesmo resistindo, bravamente, Paros e Alena são pressionados por Octulhus e Arteres a recuarem em direção ao Bless Castle.
A funesta missão, que foi designada pelo Comandante Derik a Paros e Gallia, está prestes a fracassar...
 
Enquanto isso, no Abismo do Mar, os meios-irmãos Yagditha e Yaten se estudam à distância, travando uma guerra de nervos e trocando provocações recíprocas, enquanto preparam-se para a batalha na qual sabem que somente um deles sairá com vida:
 
- “Ora, ora, ora!
Desta vez, você me surpreendeu, irmãzinha!
Você fez um bom trabalho, recuperando o Tridente Lendário das mãos dos nossos inimigos!
Mas, como você sabe, somente um deus pode portá-lo e liberar todo o seu poder.
Você pode entregá-lo para mim agora, Yaten.
Vamos acabar com essa guerra logo e realizar o que a nossa mãe não conseguiu fazer em vida!”, tenta persuadir Yagditha.
- “Ha ha ha ha ha!
Meu querido irmãozinho, está parecendo que, de tanto você tentar enganar o nosso povo, fazendo-se passar por um deus, você está acreditando que é, realmente, um deus?!
Você é uma farsa, Yagditha!
Ser o filho de Zairweus não mudou em nada a sua trajetória de fracassos.
E quanto à essa guerra que você começou, agora que tenho o poder e a arma perfeita, vou terminá-la e vencê-la pelo nosso povo!
O Tridente Lendário é meu!”, retruca Yaten, em tom sarcástico.
- “O Tridente Lendário pertenceu a meu pai e é meu, por direito de sangue!
Sou o único digno e legítimo portador do seu poder neste reino.
Eu sou o rei do Abismo do Mar, Yaten!
Assim, você não me dá outra escolha!”, Yagditha ratifica o seu poder e anuncia o seu ataque iminente.
Yagditha dispara um raio de energia dourada, através do seu tridente, contra Yaten.
Yaten bloqueia o ataque com o Tridente Lendário e contragolpeia, disparando outro raio de energia contra Yagditha que, por sua vez, defende-se com um campo de força mágico, que ele ativa em torno de si.
A contenda se estende por horas.
Na realidade, ambos estão esgotados e não têm energia suficiente para canalizar os seus ataques mágicos através de seus artefatos.
Yagditha mediu forças com os deuses para tentar manter os Fragmentos de Ouro em seu poder e Yaten realizou um grande esforço para ressuscitar os exércitos derrotados nos campos de batalha do continente, o que os consumiu por completo.
Com o desenrolar do embate no tempo, gradativamente, começam a contar mais com as suas habilidades físicas de luta do que com o poder místico de suas armas.
Yagditha é um semideus, muito forte e um poderoso guerreiro.
Yaten é uma Sereia, rápida e ágil nos seus movimentos, por ter sido treinada pelos melhores instrutores militares do reino.
No engalfinhamento entre Yagdita e Yaten, ambos infligem ferimentos mutuamente. Porém, não conseguem desferir nenhum golpe mortal no outro, que possa encerrar o embate.
Finalmente, num esforço final, os meios-irmãos entram numa disputa de poder, com os seus tridentes disparando raios mortais um contra o outro. Mas, as forças das rajadas se equilibram no meio deles e não conseguem se sobrepujar e fazer os seus raios chegarem até o lado oposto.
A batalha familiar depende, agora, de quanto tempo conseguirão sustentar o seu ataque mágico.
Observando o impasse entre o seu senhor e a sua detestável meia-irmã, à distância e aguardando a definição do vencedor do embate, Deykoon permanece escondido, covardemente, atrás dos grossos pilares nos aposentos de Yaten, até quando, finalmente, cria coragem para intervir:
 
- “Senhor Yagditha, cuidado!
Atrás do senhor!”, Deykoon alerta o seu amo Yagditha, desesperado.
 
Yagditha ouve o aviso de Deykoon e sente uma poderosa presença às suas costas.
Mas, Yagditha se distrai com a presença externa e Yaten aproveita a oportunidade para cravar o Tridente Lendário no abdômen do seu meio-irmão, causando-lhe um ferimento mortal.
 
- “Aaargh!”, Yagditha urra de dor antes de desabar ao chão, derrotado.
- “O que você está fazendo aqui?!
De todos os erros que o meu irmão cometeu, trazer você para o nosso reino foi a pior decisão de todas.
O nosso povo provou que não precisa dos deuses há muito tempo!
Vou bani-lo e enviá-lo para as infradimensões, que são o seu lugar!
E, desta vez, será para sempre!”, ameaça Yaten, ao reconhecer a presença intrusa como sendo a de Midranda.
 
Yaten tenta retirar o Tridente Lendário do corpo ensanguentado e moribundo de Yagditha para tentar atacar Midranda.
No entanto, sem dar qualquer chance à Yaten, Midranda abre as suas grandes asas e os seus olhos brilham com uma luz vermelha intensa, assumindo uma postura ofensiva. Realizando um pequeno gesto com sua mão direita, aparentando esforço algum, Midranda, simplesmente, calcina Yaten, apesar de se encontrarem num ambiente subaquático. As suas cinzas flutuam e se dissolvem nas águas sangrentas do Abismo do Mar, sendo carregadas para a vastidão do oceano pelas correntes marítimas.
Em seguida, apenas mudando a impostação de sua mão com uma delicada rotação, Midranda arranca o Tridente Lendário da barriga de Yagditha e o atrai para si, fazendo-o levitar na sua direção, apoderando-se da relíquia e empunhando-o com altivez.
De repente, um feixe de luz azul muito poderoso, vindo diretamente do cosmos, projeta-se sobre o Tridente Lendário, retirando-o das mãos de Midranda, que se afasta do artefato.
Uma segunda entidade divina se faz presente naquele momento.
O deus Zairweus, senhor dos mares e pai do povo do Abismo do Mar, que abandonou o continente e mudou-se para outra galáxia há milhares de anos, manifesta-se, após tanto tempo, pela última vez:
 
- “Yagditha, você desperdiçou a oportunidade que lhe concedi de guiar o seu povo pelo caminho da verdadeira evolução, quando o deixei, aqui, para governar.
Você continuou semeando o mesmo ódio que a sua mãe Yaten desenvolveu contra a Aliança dos Deuses e escolheu priorizar a sua importância pessoal e o seu desejo insaciável pelo poder, acima dos interesses do seu próprio povo.
Já é muito tarde para você, meu filho!
Sinto muito.
Você deve deixar este mundo agora.
Em breve, estará comigo novamente.
Estarei esperando por você do outro lado, meu filho”, Zairweus transmite a sua mensagem para Yagditha, seu filho, que agoniza e vivencia os momentos finais da sua existência, demonstrando uma compaixão transcendental.
- “Zairweus, o famoso deus do mar, que foi traído pelos teus próprios filhos e preferiu fugir para outra galáxia, em vez de reconheceres o fracasso da tua criação neste sistema solar.
Tu tinhas o dever de destruir a todos, quando forjamos este Tridente para ti.
Foste um covarde e abandonaste as tuas criaturas inferiores para nós, os deuses, termos que lidar com a insolência dessas aberrações.
A minha luta é contra os remanescentes da Aliança dos Deuses, e não contigo.
Todavia, advirto-te: se ousares a ficar no meu caminho, terás o mesmo destino deles!”, Midranda interpela Zairweus e o ameaça.
- “Você traiu a Aliança dos Deuses porque quer se tornar o único deus de todos, Midranda!
Você é um tirano, que pretende construir o seu reino sobre os alicerces do medo e do ódio.
Não compartilho da sua visão nem a aprovo.
Mas, hoje, sou o responsável por outra galáxia e as minhas criaturas têm um enorme potencial evolutivo.
Desde que renunciei ao meu cargo na Aliança dos Deuses, não lhes devo mais a minha lealdade.
Não pretendo interferir na sua guerra pessoal contra os outros deuses, portanto.
Por outro lado, realizei esta jornada para retornar, hoje, e pela última vez, a este mundo, porque não posso permitir que o Tridente Lendário seja usado, novamente, contra o meu povo do Abismo do Mar.
Da mesma forma, não vou deixar o povo do Abismo do Mar transformá-lo em uma arma contra a Aliança dos Deuses e seus filhos pristonianos.
Por isso, levarei o Tridente comigo, para nunca mais aqui retornar.
Adeus, Midranda!”, Zairweus conclui a sua fala com a exposição dos motivos da sua intervenção.
 
Zairweus desaparece misteriosamente e retorna para a sua galáxia, levando consigo o Tridente Lendário para todo o sempre.
Yagditha observa o seu pai o abandonando, novamente, consternado com as suas palavras.
Mas, agonizando em dor e apresentando respirações curtas e aceleradas, não consegue proferir uma palavra sequer e mal mantém-se vivo, quando Midranda dirige-se a ele:
 
- Tenho uma dívida de gratidão contigo, oh, Yagditha!
Tu evitaste o meu banimento eterno pelos deuses, porque achaste que poderias ter-me sob o teu controle.
Neste momento, olhando para a tua condição moribunda, parece-me que tu precisas mais de mim do que imaginaste.
Por isso, dar-te-ei duas opções para que escolhas nos teus momentos finais.
Quero que reflitas muito bem, antes de responder, mesmo sabendo que não tens mais tempo.
Tu podes escolher seguir trilhar o curto caminho que te separa da tua inevitável morte, juntando-se ao teu pai em outra galáxia, ou jures fidelidade a mim e sobreviva.
Se assim escolheres, prometo conceder-te o que sempre desejaste: o poder da imortalidade.
Então, diga-me, filho de Zairweus!
O que escolherás, agora?”, indaga Midranda, após oferecer a sua proposta à Yagditha.
 
Impossibilitado de responder, Yagditha consente com o aceno da sua cabeça e com a expressão dos seus olhos, submetendo-se à Midranda.
Midranda, então, invoca o seu poder e, proferindo decretos mágicos na língua esquecida dos deuses, sela a ferida no abdômen de Yagditha e recupera-o por completo.
Na sequência, transfere parte da sua energia para o corpo de Yagditha, que é envolto por uma densa aura vermelha e e parece ser contaminado pelo poder obscuro de Midranda e pela submissão ao seu controle mental, através de uma magia negra similar a que usou para dominar a vontade de Kithius no passado, seu antigo general.
 
- “Yagditha, tu renasceste pelo meu poder e, agora, és um imortal, o mais próximo que podes chegar da existência de um deus neste reino.
O teu novo corpo imortal te permite transitar, livremente, entre os dois mundos: o mundo submarino e o da superfície, assim como me pediste.
A partir de hoje, o teu povo do Abismo do Mar é o meu povo e por eles zelarei como se meus próprios filhos o fossem”, abençoa Midranda.
- “Obrigado, meu deus!
Assim como eu, o povo do Abismo do Mar há de reconhecê-lo e cultuá-lo como seu único deus.
Que sejamos os instrumentos para a realização da sua vontade neste reino!”, regozija-se Yagditha, entregando-se, incondicionalmente, e prostrando-se de joelhos perante a divindade.
- “Ergue-te, Yagditha!
Primeiramente, havemos de comunicar as boas novas ao povo das águas.
Depois, temos que reconstruir o nosso exército.
Há muito por fazer, antes de lançar um novo ataque contra os pristonianos e destruir Idhas e os outros deuses.
Vamos!”, comanda Midranda.
 
Em seguida, Yagditha convoca a todos os habitantes do Abismo do Mar e anuncia a chegada do seu novo e único deus, Midranda.
O poder de Midranda, totalmente recuperado, é imenso e a mesma energia que controla a mente de Yagditha envolve a todos que se encontram no local, criando uma densa aura vermelha em suas almas, tornando-os fiéis e devotos ao seu novo deus.
O povo do Abismo do Mar começa, a partir de então, a cultuar o deus Midranda, o deus mais poderoso e cruel de todos.
 
Algumas horas antes, a Sereia Marina, que apoia os guerreiros pristonianos nas batalhas que acontecem no Abismo do Mar e ajudou Arteres a entrar e sair com vida da Fortaleza de Yagditha, vê a sua nova amiga retornando, inesperadamente e, a na sua opinião, numa manifestação insana do seu desejo pela morte, e decide ir ao seu encontro.
Mas, desta vez, Arteres não se esgueira através do jardim de Plantas do Abismo e Caracóis e cruza o campo caminhando, tranquilamente, através da passagem da entrada principal da Fortaleza.
Muito intrigada, Marina tenta se aproximar de Arteres para abordá-la, mas não consegue alcançá-la a tempo.
Os guardas dos portões reconhecem-na e deixam Arteres entrar no complexo, sem oferecer resistência alguma.
No entanto, Marina consegue se aproximar o suficiente para ver que Arteres carrega um pacote grande, embrulhado em panos, aparentando tratar-se de um objeto de cabo longo e com a peça funcional fixada na extremidade. Pode ser uma arma, Marina especula com a sua imaginação estimulada...
A Sereia Marina percebe, então, que Arteres só pode ter sido enfeitiçada pelo canto de uma Sereia muito poderosa.
Marina permanece em contemplação das flores no jardim para refletir sobre o que deve fazer para ajudar Arteres e tentar descobrir o que ela estava carregando para ser tão valioso para Sereia que a encantou.
As suas divagações são interrompidas quando Arteres deixa a Fortaleza.
Marina nota uma força escura e densa atuando sobre ela, como se estivesse possuída por um demônio do mar.
De repente, um grande estrondo antecede a aparição de um feixe de energia de matéria escura, que cruza os oceanos numa trajetória direta para o continente.
Como as Sereias são muito sensitivas, Marina percebe um grande distúrbio nas forças que equilibram as águas e tem um péssimo pressentimento, deixando-a muito assustada.
A Sereia Marina decide procurar os conselhos do seu velho amigo Hermit. Mas, desde a criação dos bizarros Caracóis por Yagditha, Hermit não tem sido mais visto nos arredores do Abismo do Mar.
No caminho, Marina fica sabendo da convocação geral solicitada por Yagditha e decide ver do que se trata o assunto tão importante, que justifica um ato dessa natureza e urgência, fugindo às características habituais do seu rei.
Observando a cerimônia à distância, Marina não é afetada pelo poder de Midranda. Mas, percebe uma energia muitas vezes mais poderosa do que a força negra emanada pela entidade no controle da mente de Arteres, que sentiu há pouco.
Finalmente, Marina consegue encontrar Hemit, mas ainda sem acreditar no que presenciou e está apavorada.
Quando Hemit começa a ouvir o relato carregado de ansiedade de Marina, não consegue evitar o sentimento compartilhado de pavor, encolhendo-se no interior da sua casa a cada fato que lhe é contado por ela.
 
- “Marina, está acontecendo tudo muito rápido agora!
A primeira parte da profecia está se concretizando...
Yagditha trouxe o deus da destruição sobre nós!
Midranda quer exterminar todas as formas de vida que conhecemos e recriar o mundo à sua imagem e semelhança.
Ninguém será poupado!”, Hemit vivencia a projeção de seus medos e quase perde o controle.
- “O nosso rei e o nosso povo estão sob o controle de um deus maligno.
Precisamos fazer alguma coisa, Hemit!”, tenta encorajá-lo a Sereia Marina.
- “Ouvi rumores de que existe um outro herdeiro ao trono.
Há uma segunda parte, na profecia contada pelos anciões, que prevê a destruição dos dois mundos causada pelas ações desastrosas de Yagditha.
Ninguém acreditava no resto dessa mesma profecia, até descobrir a existência desse suposto novo herdeiro ao trono.
De acordo com os anciões, um mestiço, metade tritão e metade pristoniano, erguer-se-á das águas e liderará o povo do Abismo do Mar contra a tirania do deus maligno, trazendo uma nova era de paz e promovendo a união dos dois mundos.
Depois que o nosso lar foi tomado pelos Caracóis mutantes de laboratório, os meus irmãos ermitões foram obrigados a migrar para regiões mais distantes, em busca de novas casas para as suas famílias.
Segundo os boatos, todos eles foram acolhidos por um príncipe benevolente, Zarad.
Coincidentemente, Zarad é um mestiço, meio tritão meio pristoniano, filho do rei Neifion com uma sacerdotisa do continente.
Precisamos acreditar na profecia!
Ainda há esperança, Marina!”, propõe Hemit, já mais recuperado do susto, porém tentando convencer-se a si mesmo da sua própria proposição.
- “Precisamos encontrar esse príncipe, Hermit!
Vamos partir imediatamente!”, decide Marina, mais confiante.
 
A Sereia e o ermitão iniciam, então, a sua jornada em busca do príncipe da profecia, Zarad.
Com as indicações de outros ermitões, que encontram pelo caminho, Marina e Hermit descobrem um complexo de cavernas, que mais parece um esconderijo, localizado bem mais próximo do continente, e são recebidos por Zarad no seu refúgio.
Compreendendo a gravidade da situação, o príncipe Zarad decide estabelecer contato com os pristonianos.
A Sereia Marina já os conhece bem e os ajuda no oceano. Por isso, ela decide acompanhar o príncipe em sua missão diplomática em terra.
Chegando no litoral, Zarad, um grupo de tritões guardiões e Marina deduzem, pelos sinais de luta no local, que os exércitos do Yagditha estão sufocando os pristonianos, obrigando-os a recuar para o interior do continente.
Quando em terra firme, os tritões e as Sereias possuem a habilidade de abandonar as suas nadadeiras e criar pernas para poder sobreviver, por tempo, limitado na superfície.
Assim, com os campos de batalha vazios e com o centro do conflito centralizado no Bless Castle, conseguem chegar à Ricarten em segurança e apresentam-se ao Conselho Real:
 
- “Sou o príncipe Zarad e estes são os meus irmãos tritões.
A Sereia Marina, certamente, é conhecida por todos e dispensa apresentações”, Zarad toma a iniciativa da conversa, fazendo as introduções.
- “Permita-me falar sobre vossa alteza, assim como eu ouvi, para que os nossos amigos pristonianos possam conhecê-lo melhor.
Temo que a vossa humildade possa privá-los do conhecimento de quem vossa alteza, realmente, é e representa para o nosso povo”, atreve-se Marina.
- “Obrigado, Marina.
Por favor”, agradece Zarad.
- “O príncipe Zarad é filho do rei Neifion, que era casado com a rainha Pearlin, regentes do segundo reino mais desenvolvido do Abismo do Mar, que se caracterizava pelo domínio da magia e da arte de criar instrumentos tão mágicos quanto belos.
Quando o reino foi destruído por Zairweus, a rainha Pearlin morreu.
O rei Neifion e os poucos sobreviventes se refugiaram em um complexo de cavernas submarinas, próximo ao continente.
A proximidade do continente levou o rei Neifion a explorar o território desconhecido com frequência, em busca de recursos para o seu povo.
Nessa época, o rei Neifion conheceu uma jovem sacerdotisa e apaixonou-se por ela, com quem teve um filho, o príncipe Zarad.
Enquanto criança, Zarad passou metade da sua infância sendo educado pela mãe pristoniana e a outra metade, pelo seu pai tritão, o que lhe possibilitou o desenvolvendo de habilidades e um poder extraordinário.
Mas, os conflitos entre os reinos se acirraram, antes de Octulhus nomear Yagditha como rei dos reinos unificados.
O rei Neifion foi obrigado a recolher-se no fundo do mar para proteger o seu povo e acabou morrendo como um herói em batalha.
Com o passar do tempo, o príncipe Zarad fortaleceu-se em conhecimento e poder, vivendo escondido e acolhendo os refugiados do Abismo do Mar, que só cresceram em número, à medida em que Yagditha colocava em prática os seus planos de vingança e conquista dos mundos”, a Sereia Marina narra a história do príncipe com riqueza de detalhes e entusiasmo.
- “Desde então, nunca mais tive notícias da minha mãe, a sacerdotisa pristoniana pela qual meu pai um dia se apaixonou.
Eu a conhecia apenas pelo nome que lhe foi dado pelo meu pai, comum entre o meu povo, mas eu nunca soube qual era o seu verdadeiro nome pristoniano.
Bem... Sabemos que temos um poderoso inimigo em comum, que é um deus.
Midranda controla o rei Yagditha, agora, e as almas do nosso povo estão à mercê dos caprichos desse deus tirano.
Felizmente, por ser um refúgio isolado, o meu reino ainda não foi invadido.
Hoje, a nossa população é formada por habitantes de todos os sete reinos antigos e contamos com grupo de guerreiros que não é muito numeroso, mas são muito bem treinados e estão dispostos a lutar contra Yagditha e Midranda pela sua própria liberdade e para libertar o povo do Abismo do Mar. Eles têm a esperança de, algum dia, poderem voltar para o seu lar”, complementa Zarad.
- “Comandante Derik, eu vi Arteres, novamente, entrando na Fortaleza de Yagditha.
Ela foi enfeitiçada por uma Sereia muito poderosa.
Somente outra Sereia é capaz de quebrar o encanto.
Mas, trata-se de algo mais. Eu nunca me deparei com tamanho poder antes.
Sozinha, não conseguirei. Mas, o príncipe Zarad pode ajudar”, revela Marina, renovando as esperanças de todos.
- “Podemos ajudar a sua guerreira, mas precisamos da sua ajuda também.
Juntos, podemos vencer Yagditha e Midranda.
Precisamos unir as nossas forças!
A minha mãe, que espero poder reencontrar, novamente, quando tudo isso terminar, é pristoniana.
Tenho a convicção de que conseguiremos coexistir, conviver e cooperar em harmonia. Com o tempo, certamente, aprenderemos a aceitar as nossas diferenças em paz”, propõe Zarad.
- “O príncipe Zarad é o salvador do nosso povo, que é mencionado na profecia dos anciões do mar.
Ele é a nossa única esperança!”, insiste Marina, enaltecendo o príncipe Zarad.
- “Nós acreditamos em vocês, Marina e Zarad.
Assim como o seu povo, nós também temos as nossas próprias profecias.
Mas, primeiro, precisamos salvar a Arqueira Arteres.
Depois, discutiremos os termos da nossa aliança”, contemporiza o Comandante Derik, ganhando tempo para absorver e processar as novas informações.
- “Eu posso levá-los até Arteres rapidamente!”, antecipa-se Lirie, esperançosa com a perspectiva de poder salvá-la.
 
Logo em seguida, a Líder das Sacerdotisas cria um portal de teletransporte até as proximidades do Bless Castle, que é o local onde Paros reportou-se pela última vez.
Kyros, líder do Batalhão de Lutadores; Mercuros, líder do Esquadrão de Mecânicos; o Mago Real Ray; e o Xamã Real Razik; atravessam o portal primeiro.
Em seguida, Zarad, Marina e os tritões guardiões passam também.
Por fim, a própria Lirie chega ao seu destino através do portal, que se fecha atrás dela.
No Bless Castle, completamente dominado pela maldição trazida pela Lua de Sangue e pelos exércitos comandados pelo habilidoso Leusen, Octulhos e Arteres estão prestes a superar a resistência de Paros e Alena e pretendem se juntar, o quanto antes, às forças hostis do versátil General.
Tendo compartilhado a vivência conjunta de muitas batalhas, lado a lado, os guerreiros e magos pristonianos são muito bem entrosados e, com uma simples troca de olhares, reorganizam-se, rapidamente, num novo plano tático de ataque.
Paros e Alena separam Octulhus de Arteres, atraindo-o para combatê-los em outro lugar.
Kyros e Mercuros concentram-se em neutralizar os ataques de Arteres para que Marina e Zarad possam quebrar o encanto da Sereia que a está controlando.
Lirie, Ray e Razik realizam rituais mágicos para libertar as almas dos soldados mortos-vivos e, reenviando-as para dimensão a que pertencem, mantê-los afastados do seu grupo.
Com todos devidamente posicionados, Zarad entrega uma concha gigante de ouro à Marina, que começa a entoar o seu canto.
O belo canto da Sereia Marina projeta-se através da concha mágica, ressoando por dentro dela e intensificando, infinitamente, o seu contrafeitiço.
 
- “Aaargh!
Não! O que foi que eu fiz!
Eu sou um monstro!”, Arteres desperta e liberta-se do feitiço de Yaten afinal, caindo sobre os seus joelhos, em prantos e desesperada.
 
A memória de tudo o que Arteres fez, durante a sua possessão, está preservada.
Ela não consegue se perdoar pelas mortes que causou a tantos pristonianos e, fora de si, decide tirar a sua própria vida, tomando uma de suas flechas nas mãos.
 
- “Arteres, espere!
Pare, por favor!
Não faça isso!
Eu preciso de você, minha irmã”, interrompe-a Art, sua irmã mais nova.
- “Não há perdão para o que eu fiz, Art...
Deixe-me ir, por favor...”, desabafa Arteres, sentindo-se muito culpada.
- “Você não tem culpa de nada, minha irmã.
Você é a minha heroína!
Vamos conseguir superar tudo isso juntas!
Deixe-me ajudá-la, para variar”, suplica Art.
 
Arteres já não tem mais forças, sequer para tirar a própria vida.
Apesar de deprimida, parece, finalmente, acalmar-se junto de sua irmã Art, quem o Comandante Derik decidiu enviar, imaginando que Arteres precisaria do apoio de sua família naquele momento difícil.
Sem Arteres como adversária, Kyros e Mercuros unem-se a Paros e Alena e, finalmente, conseguem aniquilar o poderoso Octulhus, enviando-o de volta ao mundo dos mortos.
Alena acompanha Gallia, Arteres e Art de volta à Ricarten.
Todos os demais reúnem-se para lutarem, juntos, na última frente de resistência no Bless Castle.
Todavia, o General Leusen e suas tropas parecem ser imbatíveis, com as defesas do Castelo Sagrado contaminadas pela antiga maldição de Midranda e impedindo o avanço dos exércitos pristonianos.
A retomada do Bless Castle transforma-se numa missão quase impossível.
Apesar do sucesso no resgate de Arteres e de Octulhus ter sido derrotado definitivamente, o cenário permanece desfavorável aos pristonianos.
De repente, quando a batalha mais importante estava quase perdida, um misterioso feixe de luz azul cruza os céus, parecendo ter a sua origem na região das águas profundas do Abismo do Mar, sumindo, gradualmente, enquanto ruma em direção ao cosmos.
Inexplicavelmente, o poder do Tridente Lendário se esvazia e, simplesmente, desaparece do continente.
Logo em seguida, todos os mortos-vivos entram em colapso e desintegram-se, como pó espalhado pelos ventos, libertando as suas almas para retornarem ao subterrâneo.
O fenômeno da Lua de Sangue dissipa-se nos céus, dando lugar ao surgimento de uma belíssima Super Lua, enorme, azulada e brilhante como um sol a iluminar aquela noite escura e violenta.
As defesas do Castelo retomam a sua forma original dos cristais mágicos e Leusen se vê sozinho no campo de batalha, desorientado. Imediatamente, após tomar consciência do monstro que se tornara, no momento que consegue se libertar do controle mental de Yaten e nos últimos instantes de sua vida, Leusen desperta e desespera-se, mas apenas por alguns segundos, um pouco antes de desintegrar-se por completo também.
 
A batalha no Bless Castle chega a um fim inesperado.
Desta vez, a vitória dos pristonianos vem carregada do amargo gosto da derrota.
O inimigo mostrou a sua força e os pristonianos constataram que não são capazes de vencê-lo, mesmo em campo aberto, na superfície.
Nem o retorno de Arteres é celebrado, pois, apesar de ter sido considerada inocente perante o Conselho Real, ninguém sabe, ao certo, se ela conseguirá se perdoar e aprender a conviver com as terríveis memórias dos seus assassinatos.
O príncipe Zarad, a Sereia Marina e os tritões guardiões, reúnem-se com o Comandante Derik, mais uma vez, para discutir o planejamento da sua nova aliança e preparar uma estratégia para vencer a Guerra dos Mundos, agora, com a nova ascensão de Midranda.
 
Reviva as emoções do evento “A Possessão de Arteres” (Reprise) na semana da Saideira de Férias de Inverno.
Confira, novamente, os detalhes abaixo:
 
 
 
 
 
 

O evento “A Possessão de Arteres” (Reprise) foi otimizado e continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
 
 
Evento do Macaco Hongky (Prolongado)
 
 
Os macacos Honkgy retornaram ao cativeiro, graças ao empenho dos guerreiros pristonianos.
Mas, o mistério do efeito da Pedra Idetas no seu comportamento e no aumento da sua força física, permanece sem solução e precisa ser mais estudado pelo Mago Real Dorian e pelos Xamãs Reais.
Ajude os macacos Honky a retornarem para as suas jaulas, mais uma vez, na prorrogação do divertido evento Macaco Hongky (Prolongado) na semana da Saideira de Férias de Inverno.
Continue aproveitando!
 
 
O evento Macaco Hongky (Prolongado) continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
 
 
2x Score SoD
 
 
O evento 2x Score SoD foi prolongado também e a pontuação continua sendo contabilizada em dobro por mais uma semana na Saideira de Férias de Inverno.
Lembre-se de que quanto maior for a pontuação realizada, maior será a sua premiação em Ouro no final da outra semana.
Além disso, é importante saber, também, que é a somatória das pontuações realizadas no período de ranqueamento, que determinam a premiação semanal em Ouro, e não somente a maior pontuação realizada.
Portanto, quanto mais vezes você pontuar na disputa, maior será a premiação semanal no final!
Esta é a sua última oportunidade para aproveitar este evento!
 
 
 
Equipe Priston Tale 

COMENTÁRIOS

Ricky FerreiraQue saudades desse evento A Possessão de Arteres pena que faz tempo que não vem esse evento . Na expectativa aguardando esse evento novamente .
78 dias atrás

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