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19/09/2019 às 05:20h
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Eventos
EVENTOS OTIMIZADOS E PROLONGADOS: SOB O OLHAR DAS TREVAS, DUNGEON FEVER E BONECA HINA


Os eventos da semana passada foram prorrogados para você continuar curtindo com a gente!
Agora, a Dungeon Fever foi estendida para o Castelo Fantasma também.
Confira!
 
 
Sob o Olhar das Trevas (Prolongado)
Midranda senta-se e levita para meditar diante da fonte do deus Zairweus no Santuário do Abismo do Mar.
Enquanto reflete sobre como resgatar os seus guerreiros na dimensão misteriosa da Estrada Sombria, Midranda observa a enorme estátua de Yagditha e percebe que deve substituí-la pela sua o quanto antes.
As imagens dos momentos finais da sua derrota no Bless Castle retornam, vividamente, para a sua mente e ele revive, por repetidas vezes, o exato momento em que Yagditha impede a deusa Idhas de enviá-lo para a dimensão do vazio, após imobilizá-lo em sua prisão mágica, resgatando-o do banimento eterno.
Associando a sua amarga experiência da derrota às informações que conseguiu coletar na sua recente visita à Estrada Sombria, após algumas horas em silêncio absoluto, Midranda compreende o que, realmente, aconteceu naquele dia fatídico afinal.
Enquanto o deus, pensativo, continua com as suas divagações e especulações, ainda sem saber como construirá o seu novo exército, subitamente, o silêncio no Templo é interrompido pelo estrondo de um castiçal de ouro caindo e quicando no chão, próximo ao altar.
Muito irritado por ter sido perturbado, com um único gesto, Midranda move o altar para o lado, que é muito pesado por ser construído todo em pedras maciças e polidas, revelando uma peculiar criatura marinha, que se sente como um peixe fora d’água ao ser descoberto.
 
- “Como ousas perturbar-me, insolente!
Tu és o capacho de Yagditha, aquele que me visitava, diariamente, enquanto recuperava minhas forças nestas mesmas fontes. Reconheço-te, insignificante.
Pelo visto, não perdeste a desvirtude de me perscrutar.
Diga-me, então, por que devo eu poupar a tua vida, asquerosa criatura?”, indaga Midranda, em tom ameaçador, como se não houvesse resposta alguma que lhe pudesse ser dada para convencê-lo do contrário.
- “Por favor, senhor deus Midranda, perdoe-me pela minha desastrosa introdução...
Testemunhei o seu imenso poder e sei que não lhe representaria esforço algum matar-me instantaneamente.
Todavia, asseguro-lhe que os meus serviços podem ser de alguma valia, caso a minha vida seja poupada.
Assim como servi ao meu antigo mestre Yagditha por muitos anos, agora, prometo-lhe a minha lealdade e o reconhecimento do senhor como o único e mais poderoso deus de todos.
Deykoon, a seu dispor, senhor Midranda!”, Deykoon bajula o deus aterrorizante para tentar se salvar.
- “Hmmm... Ha ha ha ha há!
Hoje, é o teu dia de sorte! Regozija-te, Deykoon!
Até que proves outra utilidade, vais fazer o que sabes melhor por ora.
Vai e vigia o trabalho que deleguei à Yagditha.
Quero o meu exército pronto o mais rápido possível e tu garantirás que ele conseguirá entregar-me o que desejo.
Agora, sai da minha frente e não ouses a retornar a mim sem resultados!”, ordena Midranda, ainda mais opressivo.
 
Deykoon, mais do que depressa, retira-se do Santuário e segue até o Laboratório de Yagditha, que continua na sua sinistra linha de produção acelerada de guerreiros Shogoths.
Observando o semblante familiar de Deykoon ao seu lado, a essência divina de Zairweus em seus genes faz despertar um lampejo de consciência em Yagditha.
Constatando a sua atual condição de subserviência à Midranda, por alguns segundos, o semideus derrotado é tomado por um turbilhão de sentimentos, um misto de raiva, arrependimento, medo e desespero. Logo, Yagditha conclui que a tão sonhada imortalidade, concedida pelo seu novo deus, na realidade, significa uma vida eterna de escravidão.
Mas, a magia negra que o controla é muito poderosa e, novamente, a sua mente é entorpecida por uma profunda devoção ao deus Midranda, imediatamente, após o seu breve momento de lucidez.
No esconderijo de Zarad, Razik e Ray avançam, rapidamente, com a construção do posto pristoniano avançado, graças à sua poderosa magia. O trabalho conjunto dos dois povos parece promissor, antecipando a visão de coexistência pacífica dos habitantes de ambos os mundos num cenário pós-guerra.
Com a obra bem encaminhada, acompanhados de Marina e Hermit, decidem examinar o túnel secreto, através do qual as tropas pretendem avançar até a Fortaleza de Yagditha.
Percorrendo a longa passagem, constatam que, de fato, o plano de Zarad pode funcionar. Mas, deparam-se com um grande problema quando chegam no final do túnel e encontram o complexo sistema de filtragem de água da Fortaleza.
O túnel, apesar de garantir a movimentação segura dos exércitos até a estrutura principal do inimigo, também, é um gargalo. As tropas não conseguirão avançar e ficarão presas nele se os portões principais não estiverem abertos.
Assim, a única forma de tomarem a Fortaleza é se um pequeno grupo de guerreiros penetrar nos domínios de Yagditha, através dos túneis que compõem o sistema de filtragem, e abrir os portões principais pelo lado de dentro.
Ocorre que os túneis de filtragem de água são um verdadeiro labirinto e a única guerreira que conhece o caminho é Arteres, que não está em condições de ajudar agora.
Retornando ao complexo de Zarad, Marina e Hermit conversam entre si e tomam uma difícil decisão:
 
- “Não podemos mais voltar para as nossas casas no Abismo do Mar, Marina.
Com Midranda no comando, o palácio não é mais seguro para você.
E, quanto a mim, os meus irmãos refugiados precisam da minha ajuda aqui.
Posso ser mais útil para eles e para a nossa causa, ficando no esconderijo”, reflete Hermit.
- “Você tem razão, Hermit.
Agora, o nosso lugar é aqui, ao lado dos nossos aliados pristonianos e do Príncipe Zarad...
Eu ainda não consigo acreditar como pude me apaixonar por alguém como Yagditha!
Eu estava cega! A alma de Yagditha já estava perdida, antes mesmo de vendê-la à Midranda”, lamenta-se Marina.
- “A profecia dos anciões há de se realizar e quando Zarad conduzir o nosso povo à liberdade, poderemos todos voltar para casa!”, Hermit fica esperançoso.
 
Acompanhando tudo de perto, Zarad constata que o plano de ataque conjunto, apesar dos contratempos, caminha bem. Mas, ainda jovem e impetuoso, o Príncipe é tomado por uma grande inquietação.
 
- “Não podemos ficar parados, aguardando sermos atacados por Midranda e Yagditha!
Temos que fazer alguma coisa agora!”, Zarad desabafa a sua ansiedade.
 
Zarad reúne-se com os seus melhores guerreiros e parte em uma perigosa missão no Abismo do Mar.
Permanecendo despercebidos, Zarad e seus fiéis tritões observam que, todos os dias, pequenos grupos de guerreiros de Yagditha saem para caçar, sendo os frutos do mar a principal fonte de alimentação do povo das águas.
Então, começam a atacar os caçadores para impedir que os alimentos cheguem até as tropas e ao povo das águas, visando a criar uma crise interna contra os seus líderes.
Com a intensificação dos ataques sistemáticos aos grupos de caça, os novos Generais comunicam os incidentes à Midranda, contando-lhe que não estão sendo realizados pelos pristonianos, mas sim por rebeldes do povo das águas, liderados por um príncipe mestiço que, segundo a antiga profecia dos anciões do mar, vencerá a guerra e herdará o trono.
Midranda fica furioso em ver os seus planos serem atrapalhados e ordena à Yagditha para que descubra o local do esconderijo dos rebeldes e esmague o seu movimento violentamente.
Em Pillai, o Mestre Raymon, o Mago Real Dorian, a Clériga do Templo e a Sábia Celina, estudam os estilhaços do Cristal Negro trazidos por Tsora e tentam por vários dias, exaustivamente e em vão, utilizar a mesma combinação de cristais mágicos e fragmentos da Pedra Idetas, que anularam as defesas das Couraças Abissais na última batalha, para conter a nova ameaça.
Quase sem alternativas, Diana, a Clériga do Templo, recebe uma intuição dos deuses e expõe a sua ideia para os demais:
 
- “A chave reside no som!”, intui Diana.
 
Um silêncio prolongado toma conta do ambiente, até que o Mago Real Dorian se manifesta:
 
- “Mas, é claro! Como não pensamos nisso antes!
A julgar pelo que soubemos por Tsora e Ceres, assim como os Morcegos da Mina, os Cristais Negros parecem se orientar pelos sons que emitem, que são refletidos nas superfícies e retornam para os seus sensores. Os Sophetios devem ser mais sensíveis a esses sons, o que justifica o seu comportamento anormal”, explica o Mago Real.
- “Os sons nada mais são do que uma vibração, inerente a todos os seres e coisas existentes no mundo.
Especialmente, nos cristais, se conseguirmos encontrar a sua nota fundamental, a frequência correta, podemos destruí-los”, complementa Celina.
- “Brilhante!”, elogia o Mestre Raymon.
 
O Mago Real Dorian forja, então, um diapasão a partir da liga metálica obtida dos fragmentos da Pedra Idetas, permeada por pó de cristais mágicos, uma ferramenta em forma de forquilha, comumente utilizada pelos músicos para afinar os seus instrumentos.
Ao golpear o diapasão contra um bloco rochoso no chão, o instrumento mágico começa a vibrar e a emitir um som muito agudo.
Quase imediatamente após, os estilhaços de Cristal Negro começam a ressoar naquela mesma frequência, cada vez mais rápido e, de repente, explodem e transformam-se em pó.
Excitados pela descoberta, o seleto grupo ainda tem o desafio de fazer o som se propagar por todo o continente.
O Mestre Raymon auxilia o Mago Real Dorian a forjar um diapasão em escala gigantesca para fazê-lo ressoar a partir das alturas da cidade de Pillai.
Mas, ainda assim, o som do instrumento mágico gigante não é intenso o suficiente para ressoar no mundo todo do Priston.
Então, Diana lembra-se de como Zarad usou a sua concha de ouro para amplificar o som do canto da Sereia Marina para libertar Arteres do feitiço de Yaten e sugere que Celina use da sua magia para aumentar o alcance da ressonância do diapasão mágico.
Então, Diana retorna à Ricarten para comunicar o Comandante Derik da solução encontrada para anular os Cristais Negros a fim de que ele possa coordenar o ataque dos exércitos pristonianos aos ciclopes-espiões de Midranda no exato momento em que o diapasão mágico for acionado.
Sincronizando-se telepaticamente com Celina em Pillai, Diana prepara-se para a contraofensiva, ao lado do Comandante Derik, em Ricarten.
Em seguida, a Sábia Celina canaliza a manifestação da deusa Idhas e, realizando um ritual mágico na antiga linguagem divina, invoca a Esfera Elemental do Ar, ampliando o seu diâmetro na mesma proporção do diapasão e energizando-a com a sua força.
O Mago Real Dorian e o Mago Raymon golpeiam as extremidades da forquilha metálica gigante com seus cajados, direcionando o seu som através da Esfera Elemental do Ar e amplificando, infinitamente, a intensidade da sua vibração.
A frequência do som emanado é tão alta, que se torna quase inaudível aos ouvidos pristonianos.
Mas, em todos os lugares, os Cristais Negros ressoam nos mesmos tons do diapasão, ficando paralisados, e começam a vibrar, cada vez mais rápido, até que explodem, quase simultaneamente, e desintegram-se no ar.
Imediatamente, os guerreiros pristonianos confrontam os Guardiões Negros e suas hordas de ciclopes-espiões em todas as partes, que se encontravam próximos aos Cristais Negros destruídos e ficaram desorientados, derrotando-os afinal.
Entretanto, os espiões de Midranda são muito furtivos e vários deles esgueiram-se para as sombras e conseguem escapar.
Nem mesmo a sagacidade de Ceres e suas habilidosas Assassinas Reais conseguem continuar no seu rastro e os perdem de vista. Mas, enquanto os perseguiam na região da Ilha Perdida, conseguiram impedir que muitos pristonianos fossem abduzidos e transformados em guerreiros zumbis de Yagditha.
Com a destruição dos Cristais Negros, o comportamento dos Sophetios volta à normalidade no Pântano do Crepúsculo.
Tsora está grata aos pristonianos por terem ajudado o seu povo mais uma vez, mas não menos preocupada com o seu destino, temendo a influência maligna de Midranda quando o inevitável e iminente confronto final acontecer. Muito emotiva, despede-se de sua ama, a Princesa Dzari, e retorna para o seu lar, no palácio real dos Sophetios.
Da mesma forma, apesar de conseguir afastar a nova ameaça, o Comandante Derik não consegue abandonar a sua preocupação com o tempo de implementação do seu plano de ataque, que sofreu outro atraso com a invasão dos Cristais Negros.
Assim, decide pressionar o Xamã Real Razik e o Mago Real Ray para que acelerem a construção do posto avançado no reino do Príncipe Zarad.
Voltando, novamente, a concentrar os seus esforços na formação de um novo exército, o Comandante Derik coordena com a deusa Idhas a realização da sua magia para permitir que os pristonianos respirem e lutem sob as águas, assim como o fez com os guerreiros que sustentam a frente de batalha no Abismo do Mar desde o início da Guerra dos Mundos, à medida em que os batalhões são preparados.
Entretanto, a movimentação das tropas pristonianas para o mar não passa despercebida aos olhos atentos dos ciclopes-espiões remanescentes no continente e Midranda, vendo tudo o que eles veem e sabendo de tudo o que eles sabem, deduz que os rebeldes do povo das águas devem ter se aliado aos seus inimigos.
No Abismo do Mar, Midranda não tem tempo de lamentar a perda dos seus Cristais Negros e o fim do fornecimento da matéria-prima pristoniana para a formação do seu exército de Shogoths.
Mesmo com o auxílio de Deykoon, Yagditha conseguiu produzir apenas um batalhão de novos soldados antes de ser interrompido, ainda muito longe de atender à demanda de Midranda para a criação de um exército todo.
De qualquer forma, Yagditha está muito ocupado no momento, coordenando os seus melhores rastreadores para tentar encontrar o esconderijo do príncipe mestiço, líder da rebelião e reforçando a guarda dos seus caçadores para tentar evitar os ataques dos rebeldes.
Apesar dos esforços de Yagditha, Zarad e seus tritões são muito hábeis e as suas táticas de guerrilha conseguem o efeito esperado.
O povo das águas e o seu exército começam a passar fome com a escassez de comida e uma crise interna se instaura no novo reino de Midranda.
Compelido pela situação, muito perspicaz, Midranda enxerga uma oportunidade para ratificar a sua legitimidade como o deus do povo das águas e decide dar uma nova demonstração do seu poder.
Diante de todos, que se reuniram para protestar em frente à Fortaleza, Midranda utiliza a sua magia para invocar a Esfera Elemental Negra da Água. Em seguida, proferindo estranhas palavras na desconhecida língua dos deuses, começa a emanar fortes ondas de energia circulares a partir da Esfera Elemental que surgiu à sua frente.
Após algum tempo, como num verdadeiro milagre, milhares de criaturas marinhas, o principal alimento do povo das águas, começam a se aproximar, vindas de todas as direções, atraídas pela força magnética gerada por Midranda.
Com a abundância de comida e os depósitos cheios de alimento novamente, a crise é sanada e a adoração do povo das águas pelo seu deus salvador cresce, ainda mais, em intensidade.
Logo após, retirando-se, mais uma vez, para o silêncio do Santuário do Abismo do Mar, Midranda se encarrega de substituir a estátua de Yagditha por outra de si mesmo, ainda mais suntuosa que a do seu predecessor.
Enquanto admira a sua própria imagem representada no novo monumento e observa o seu reflexo na superfície das águas cristalinas da fonte de Zairweus, finalmente, Midranda descobre como criar um novo exército. A sua autossatisfação faz os seus assustadores olhos brilharem com raios de luz escarlate ainda mais intensos.
A derradeira batalha que decidirá a Guerra dos Mundos está, cada vez, mais próxima!
 
Confira os detalhes do evento “Sob o Olhar das Trevas” (Prolongado), que foi otimizado e prorrogado por mais uma semana nas tabelas abaixo:
 
 
 
 
 

O evento “Sob o Olhar das Trevas” (Prolongado) continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
Divirta-se!
 
 
 
Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo (Prolongado)
 
 
O evento Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo” foi prorrogado por mais uma semana e você continua podendo participar do desafio por até 16 (dezesseis) vezes por dia!
Obtenha os Bilhetes do Lagarto, através das Quests Diárias do Caçador Owen e os Bilhetes do Lagarto Dourado, através das quests da PNJ Tsora, no evento “Sob o Olhar das Trevas” (Prolongado).
Confira os detalhes do evento Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo” (Prolongado) na tabela abaixo:
 
 
O evento Dungeon Fever: Pântano do Crepúsculo” (Prolongado) permanece ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
A diversão continua!
 
 
 
Dungeon Fever: Castelo Fantasma (NOVO!)
 
 
A Dungeon Fever, agora, foi estendia para o Castelo Fantasma também!
Obtenha os Bilhetes do Castelo Fantasma, falando com a PNJ Guardiã do Castelo ou através das quests da PNJ Tsora, no evento “Sob o Olhar das Trevas” (Prolongado).
Confira os detalhes do evento Dungeon Fever: Castelo Fantasma” (NOVO!) na tabela abaixo:
 
 
O evento Dungeon Fever: Castelo Fantasma” (NOVO!) está ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
Aproveite!
 
 
 
Boneca Hina (Prolongado)
 
 
Com a destruição dos Cristais Negros através do diapasão mágico, a Boneca Hina voltou para o oriente.
Entretanto, Midranda demonstrou interesse nessa criatura exótica e ele quer que ela faça parte do mundo que está construindo com a destruição de toda a existência atual.
Mas, o evento Boneca Hina foi prolongado e você pode curti-lo por mais uma semana!
Confira, novamente, os detalhes do evento Boneca Hina (Prolongado) na tabela abaixo:
 
 
O evento Boneca Hina (Prolongado) continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
Continue curtindo!
 
 
 
Sabemos que não é fácil largar o Priston Tale, depois da diversão intensa das Férias e da Saideira!
Por isso, decidimos prorrogar os eventos da semana passada para você sofrer menos com a crise de abstinência.
Continue com a gente!
 
 
 
Equipe Priston Tale

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31 dias atrás

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