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O CHAMADO DAS TREVAS - PARTE 3: SOPHETIOS (PROLONGADO)


Arteres está em sua casa, juntamente com sua irmã Art e sua mãe, ainda tentando se refazer.
De repente, ouve um grito estridente de uma fera enorme ressoando sobre os céus de Ricarten, seguido do barulho de asas gigantescas batendo e movimentando o ar em seu redor.
Logo após, o tremor provocado pela onda de choque de explosões ensurdecedoras atinge a morada de sua família.
Com as estruturas comprometidas, os móveis e objetivos da casa começam a voar e a cair sobre Arteres, Art e sua mãe, ferindo-as superficialmente.
Percebendo que a casa está prestes a desabar, instintivamente, Arteres agarra-se à Art e sua mãe e, driblando habilmente os escombros, consegue levá-las para fora.
A memória muscular e a intuição aguçada de Arteres, que a tornaram a Líder do Esquadrão de Arqueiras, afloram de suas entranhas e reacendem a sua chama interior, salvando a preciosa vida de sua família.
As poderosas rajadas de fogo, raio e gelo dos Dragões liderados por Kir, o Dragão de três cabeças de Midranda, atingem em cheio a cidade de Ricarten e muitas casas e estruturas são destruídas, assim como a casa de Arteres.
Parte do alicerce e do subterrâneo da cidade são abalados pelo ataque.
A magia da prisão mágica que mantém o Greedy preso no calabouço de Ricarten é abalada, conjuntamente com os seus pilares, e o tinhoso monstro escapa novamente.
Quando Arteres, após muito tempo, pega o seu arco para contra-atacar, uma barreira de água ergue-se, magicamente, sobre toda a Ricarten, afastando os Dragões por ora.
A deusa Idhas canaliza o poder divino da Aliança dos Deuses, através da Esfera Elemental da Água, e salva a cidade e os pristonianos da fúria de Kir, que ressuscitou a partir do fogo do lendário Kelvezu e da magia negra dos Igolanos, assumindo uma forma ainda mais ameaçadora.
Com os Dragões e os Asmodianos atacando as cidades, o Esquadrão de Arqueiras e sua líder interina, chegam até o covil do Kelvezu, o local informado pelo Mago Real como a possível origem do ressurgimento dos Dragões.
Subitamente, o Esquadrão de Arqueiras se depara com uma horda de magos negros Igolanos, que as ataca cruelmente.
Em seguida, um grupo de Sophetios surpreende as corajosas guerreiras e, cercadas, começam a perder o contato visual com os Igolanos.
Hesitante diante da situação, a líder interina demora a tomar uma decisão e, logo, o esquadrão é obrigado a concentrar-se, exclusivamente, a conter o ataque poderoso dos lagartos.
Sem Arteres para conduzi-las, as Arqueiras deixam os magos negros escapar...
Enquanto isso, observando, oculto no píer, a fenda dimensional na Estrada Sombria, Deykoon nota um Mago Real e um Xamã Real guardando a entrada.
Quando a deusa Idhas e a Aliança dos Deuses capturaram Midranda em sua prisão mágica e estavam prestes a bani-lo por toda a eternidade, Yagditha interferiu com o seu poder canalizado através do tridente e, no último instante, conseguiu salvar o deus derrotado e o teletransportou, juntamente com os soldados que o rodeavam, para o Abismo do Mar.
Mas o poder combinado da Aliança dos Deuses é tão grande, que enviou os exércitos remanescentes de Midranda, então, concentrados no Bless Castle no momento da batalha final, para a Dimensão Sombria, o destino desejado para o deus inimigo.
Inesperadamente, a tênue e delicada malha dimensional se rompeu e criou uma fenda entre dois universos paralelos e de polaridades opostas.
Na ocasião, os Magos Reais conseguiram impedir que as hordas de Midranda retornassem ao continente.
Logo após, a deusa Idhas decidiu fechar, definitivamente, o portal e criou um túnel interdimensional, onde somente os que atravessam a fenda, partindo do continente, conseguem retornar. Ninguém, que já se encontre na Dimensão Sombria, pode mais voltar.
Nem mesmo um deus é capaz de reabrir a fenda e Idhas deixou duas chaves com os Magos e Xamãs Reais para desativarem a passagem, caso Midranda tente libertar os seus guerreiros.
E, para garantir que o terrível exército do mal nunca retorne algum dia, o Comandante Derik enviou um batalhão de guerreiros para combater o inimigo na própria Dimensão Sombria.
Após a derrota de Midranda, somente os guerreiros pristonianos entram e saem da dimensão obscura e dedicam-se, bravamente, a prevenir que o maior inimigo jamais visto volte a aterrorizar o mundo do Priston.
Ainda escondido, Deykoon retira um frasco de vidro de sua bolsa misteriosa, contendo um líquido viscoso de coloração azulada.
Desconfiado, Deykoon ingere toda a substância do interior do frasco, seguindo à risca as instruções de seu novo mestre.
Sentindo-se estranho, como se o seu corpo estivesse se desintegrando, o desajeitado peixe que, agora, caminha sobre a terra, fica totalmente invisível.
Silenciosamente, Deykoon se aproxima de um guerreiro pristoniano que está se dirigindo ao portal e, sem ser notado, atravessa juntamente com ele.
Do outro do túnel, Deykoon avista, mais adiante, mais um Mago e um Xamã Reais, que parecem guardar o outro lado da passagem.
Não demora muito, o organismo do ser aquático começa a sofrer os efeitos colaterais de tantas mudanças rápidas pelas quais teve que passar e entra em colapso.
Cambaleante e com o efeito da poção de invisibilidade acabando, Deykoon consegue esconder-se atrás das árvores, próximo à entrada da Dimensão Sombria.
Por entre os troncos, a desengonçada criatura observa o exército de Midranda combatendo os pristonianos e, sem conseguir distinguir se é a polaridade negativa do universo paralelo que o está afetando, a visão do que deve ter sido a Terceira Guerra dos Deuses é a última coisa que consegue vivenciar, como se estivesse sonhando, antes de perder a consciência, impressionado pelo grande poder do seu novo deus.
Algumas horas depois, ainda atordoado, Deykoon desperta e, caminhando para o interior da floresta, encontra uma clareira afastada do campo de batalha.
Como se a voz de Midranda estivesse gravada dentro da sua cabeça, instruindo-lhe a cada passo, por repetidas vezes, Deykoon retira uma esfera de cristal negro da sua bolsa e coloca-a no centro daquele espaço aberto.
Após alguns segundos, uma chama vermelha começa a brilhar no interior da esfera, seguindo-se à invocação de uma entidade fantasmagórica que, pouco a pouco, começa a tomar forma.
Revelando-se através do posicionamento de suas enormes asas, abertas em toda a sua envergadura, a matéria negra feita de ectoplasma se materializa na forma do Espectro de Midranda.
A projeção da sombra de Midranda surge na Dimensão Sombria, um fantasma que é a sua própria extensão naquele sinistro universo paralelo.
O Espectro de Midranda é, rapidamente, reconhecido pelos guerreiros que serviram o deus original no passado, no campo de batalha.
A Estrada Sombria torna-se um verdadeiro purgatório para os pristonianos que combatem no local, sendo totalmente tomada pelas forças inimigas num curto lapso de tempo.
O Mago Real e o Xamã Real, que guardam o túnel, hesitam em fechar a passagem com as chaves que lhes foram dadas pela deusa Idhas, pois há muitos pristonianos presos na Dimensão Sombria, que estão lutando pelo continente e não podem ser abandonados.
O Espectro de Midranda convoca o seu exército para erguer-se, mais uma vez, emitindo o seu Chamado das Trevas, que pode ser ouvido através das dimensões e em todo o continente do Priston.
Subitamente, os Dragões e os guerreiros Asmodianos, os magos negros Igolanos e os Sophetios, recuam para reagruparem-se sob as ordens do seu deus, que ascende novamente.
Enquanto os aliados de Midranda se reúnem para preparar a sua ofensiva final, o Espectro de Midranda direciona-se para libertar o seu exército aprisionado na Dimensão Sombria.
Os campos de batalha se esvaziam, as cidades de Ricarten e Pillai estão seguras mais uma vez e uma inusitada calmaria se instala no continente.
O Mago Real Ray e o Xamã Real Razik, finalmente, terminam a construção do posto pristoniano avançado no esconderijo de Zarad e retornam à Ricarten.
Temoroso pela segurança de Marina, o Príncipe pede à Ray e à  Razik para que a levem sob sua proteção, esperando que possa permanecer, em segurança, ao lado de Arteres.
Pela primeira vez, Marina percebe que o Príncipe Zarad, realmente, preocupa-se com ela, pelo carinho e atenção que ele demonstra naquela situação de perigo, alimentando a esperança da sua paixão ser correspondida.
Hermit, por outro lado, não tem a habilidade de sobreviver em terra, como os Tritões e as Sereias, sendo obrigado a esconder-se no fundo mar, protegido pelos guerreiros de Zarad.
De volta à Ricarten, o Mago Real Ray e o Xamã Real Razik começam a ajudar os pristonianos, aproveitando o silêncio momentâneo, que antecede à tormenta, a preparem-se para a derradeira batalha.
Ao encontrar-se com Arteres, abrigada com Art e sua mãe, provisoriamente, no Palácio Real, após a sua casa ser destruída pelo terrível ataque do Dragão Kir, Marina confidencia à sua amiga que está, perdidamente, apaixonada pelo Príncipe Zarad.
Muito ansiosa, a Sereia atropela os assuntos e pede a ajuda à Arteres para conduzir o grupo de guerreiros através do sistema de filtragem da Fortaleza de Yagditha, localizado próximo à saída do túnel, que será utilizado pelas tropas vindas do esconderijo de Zarad.
Arteres é a única que conhece o caminho para o interior da Fortaleza e essa é a única forma do plano de Derik e Zarad dar certo.
Ainda traumatizada pelos últimos acontecimentos da sua tragédia pessoal, Arteres reluta em aceitar a missão.
O Conselho Real determina que o treinamento da Arena Sagrada Battle Royale se torne intensivo, visando a acelerar a revelação de novos Guerreiros Celestiais, capazes de liderar o novo exército pristoniano, ainda em formação, para avançarem até o Abismo do Mar.
A grande decisão da Guerra dos Mundos está próxima!
 
O evento “O Chamado das Trevas – Parte 3: Os Sophetios” foi otimizado e prolongado por mais uma semana!
Confira, novamente, os detalhes nas tabelas abaixo:
 
 
 
 
 
 
 
 

O evento “O Chamado das Trevas – Parte 3: Os Sophetios (Prolongado)” continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
Prepare-se para o desfecho da Guerra dos Mundos!
Ajude o Comandante Derik a formar um novo exército na arena sagrada Battle Royale e avance, resolutamente, para o posto pristoniano avançado no fundo mar!
 
 
 
Evento de Independência do Brasil (Prolongado)
 
 
A homenagem dos artistas de Eura ao povo brasileiro foi muito celebrada pelos pristonianos!
Reviva o Evento da Independência por mais uma semana e ajude a recuperar os quadros, que foram fragmentados e espalhados por todo o continente, após o ataque do transporte pelos Asmodianos, seus Dragões e pelos Sophetios, no caminho para Ricarten.
Restaure os quadros, entregue-os para o PNJ Patriota e receba uma valiosa recompensa!
Confira, mais uma vez, os detalhes do Evento de Independência (Prolongado) na tabela abaixo:
 
 
O Evento de Independência (Prolongado) continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
 
 
Continue com a gente e divirta-se com os eventos prorrogados por mais uma semana!
 
 
 
Equipe Priston Tale

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