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24/10/2019 às 05:20h
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O CONTRA-ATAQUE INIMIGO – PARTE 2 (PROLONGADO)


Dentro da fortaleza, Arteres avança, perigosamente, cada vez mais, para o seu interior, trazendo-lhe a assustadora sensação de estar em uma jornada da qual não conseguirá retornar.
Desviando-se dos guardas e camuflando-se nas sombras, a destemida Arqueira se estarrece com o esplendor do mundo escondido nas profundezas do Abismo do Mar, que revela ser habitado por uma civilização muito avançada. Talvez, mais avançada do que a pristoniana...
Arteres adentra, silenciosamente, no hall, que antecede a sala do trono de Yagditha e observa-o conversando com os seus comandantes, acompanhado de Deykoon, o vassalo fiel e submisso.
Mantendo-se escondida, à distância, Arteres não consegue ouvi-los e decide prosseguir na sua busca, aventurando-se pelas acomodações do palácio de Yagditha.
Arteres caminha por longos corredores estreitos, dificultando a manutenção da sua presença oculta.
Subitamente, é encurralada entre duas tropas de guardas reais de Yagditha e não tem para onde fugir.
Segundos antes de ser descoberta, milagrosamente, uma porta se abre atrás dela e uma suave voz feminina a convida para entrar:
 
- “Venha! Venha logo!
Os guardas vão vê-la!”, a Sereia Marina salva Arteres puxando-a para os seus aposentos no palácio.
- “Você é mesmo uma sereia?!
Obrigada por me salvar...
Essa passou muito perto!”, Arteres respira aliviada.
- “Sou a Marina e tenho ajudado o seu povo para acabar com essa guerra insana que o meu Rei Yagditha iniciou.
Mas, como você chegou até aqui?
É muito perigoso!
Não posso protegê-la no interior do palácio.
Se o meu Rei descobrir que estou ajudando vocês, ele me matará...”, explica Marina, temerosa.
- “Meu nome é Arteres. Sou a líder do Esquadrão de Arqueiras pristonianas.
Preciso descobrir o paradeiro de Midranda.
Se Midranda aliar-se à Yagditha, o nosso mundo será destruído!”, adverte Arteres.
- “É esse o meu maior temor também...
A obsessão do meu Rei em conquistar os dois mundos está destruindo o meu povo.
Você viu o que Yagditha fez com as lindas Flores do Abismo e com os Caramujos, transformando-os em aberrações da natureza?!
Pobre Hermit... os seus irmãos ermitões não conseguirão mais novas casas para morar...
Além disso, Midranda é a própria representação do mal.
Nada de bom pode vir dessa terrível aliança...
Desde que vocês o derrotaram, ouvi dizer que o meu Rei tem ajudado Midranda a se recuperar na milagrosa fonte de águas curativas do Santuário.
Eu posso guiá-la até lá.
Mas, você deve me seguir, ocultando-se nas sombras e à distância.
Você é capaz?
Teremos que passar pelos guardas e será muito perigoso...”, adverte Marina.
- “Não se preocupe, Marina.
Fui treinada para ser invisível aos olhos do inimigo.
Mostre-me o caminho!”, afirma Arteres, com extrema confiança.
 
Marina avança, nadando delicadamente, para o mais profundo do interior da colossal fortaleza do Abismo do Mar, com Arteres seguindo-a através do perigoso caminho, esgueirando-se nas sombras para desviar dos guardas reais e passando totalmente despercebida por todos.
Finalmente, chegam à antecâmara do Santuário e Arteres depara-se com uma visão assustadora: as hordas de Midranda sobreviveram e estão escondidas no Abismo do Mar.
Entretanto, parecem ter sido adaptadas para sobreviverem no mundo subaquático, à semelhança da magia realizada pela deusa Idhas aos pristonianos. Mas, estranhamente, encontram-se em um estado de dormência catatônica, como se estivessem em um transe profundo para fortalecerem-se.
Diante dos guardiões do Santuário, Marina apresenta-se e pede permissão para visitar o templo sagrado, construído pelo pai de Yagditha.
 
- “Sou Marina, membro da corte real.
Quero rogar ao nosso deus para que conduza o povo das águas na guerra contra os pristonianos do continente.
Deixem-me entrar!”, solicita Marina, em tom imperativo.
 
Enquanto Marina distrai os guardiões, Arteres consegue passar pelos portões do templo, espremendo-se através deles, antes de se fecharem novamente atrás dela, e ambas conseguem adentrar no Santuário.
Diante da impressionante fonte de Yagditha, observam a silhueta de Midranda, refletida através da superfície das águas cristalinas.
De repente, os olhos vermelhos de Midranda se incandescem e Marina sente a sua alma ser atravessada por um poder maligno, que ela nunca experienciara antes.
Assustada, Marina foge do Santuário, seguida por Arteres.
Retornando aos seus aposentos no palácio, Marina desabafa:
 
- “Midranda é ainda mais poderoso e sinistro do eu imaginava.
Parece que ele está prestes a recobrar, totalmente, as suas forças.
Eu nunca senti nada parecido e tão assustador em toda a minha vida!
Vocês têm que detê-lo, agora, ou o pior recairá sobre o meu povo e sobre todos os pristonianos!”.
- “Nós vamos derrotá-lo novamente, Marina!
Os deuses lutarão ao nosso lado mais uma vez.
Mas, preciso que você me ajude com mais uma importante tarefa.
Por favor, entregue uma mensagem para as minhas irmãs Arqueiras, que ficaram para auxiliar na frente de batalha contra as Flores do Abismo e os Caramujos, aqui, no Abismo do Mar.
Diga a elas o que vimos e informe-as sobre o paradeiro de Midranda.
Elas saberão o que fazer.
Temos que atacar imediatamente!”, apela Arteres à Marina.
- “Sim, eu posso fazer isso.
Eu consigo sair da fortaleza sem ser notada e chegar, rapidamente, até elas.
Mas... e você, Arteres?
O que você vai fazer?”, indaga Marina.
- “A minha missão ainda não terminou.
Eu preciso retornar à sala do trono e descobrir quais são os planos de Yagditha.
Ele está reunido com os seus comandantes neste momento”, explica Arteres, decidida.
- “Não! Não vá!
É muito perigoso!”, adverte Marina.
- “É preciso, minha amiga.
Vá e encontre as minhas companheiras!
Obrigada pela sua ajuda.
Sem você, eu jamais teria conseguido!”, agradece Arteres.
 
Despedindo-se de sua aliada, Arteres aproxima-se, perigosamente, da sala do trono.
 
- “Mestre, trago más notícias...
As Plantas do Abismo e os Caramujos conseguem armazenar uma grande quantidade de água em seus organismos. Por isso, podem permanecer em terra por mais tempo do que os guerreiros do nosso último experimento.
Mas, ao mesmo tempo em que o sol do continente acelerou o seu crescimento, eles estão se desidratando muito rápido e estão enfraquecendo.
Não sabemos se conseguirão chegar vivos no interior das terras que não possuem nenhuma fonte de água, meu Senhor!
Além disso, parece que os pristonianos descobriram como combater a toxina da Planta do Abismo e tratar da doença dos parasitas dos Caramujos”, relata Deykoon, temeroso pela reação do seu mestre.
- “Nãããooo!!!
Assim, nunca conseguiremos conquistar o nosso objetivo!
Sem o poder de Midranda para possibilitar que o nosso povo sobreviva em terra, nunca venceremos esta guerra!
Vá até ele, Deykoon!
Precisamos acordá-lo agora!
Não podemos esperar mais!”, esbraveja Yagditha e, empunhando o seu tridente, num único gesto, arremessa Deykoon para o outro lado da sala do trono, derrubando-o, violentamente, ao chão.
 
Antes que Arteres pudesse esboçar qualquer reação, uma mão feminina a segura, firmemente, pelo ombro direito, atrás de suas costas, surpreendendo-a.
 
- “Ora, ora, ora...
O que temos aqui?!
Guardas, prendam esta invasora!”, a insidiosa sereia Yaten aborda Arteres, com sarcasmo e ordena aos guardas que a acompanham.
 
Arteres é capturada e levada a um calabouço tenebroso e escuro para ser interrogada.
Mesmo não conseguindo informar o Comandante Derik sobre os planos de Yagditha, ao menos, sabe que Marina avisará às Arqueiras do seu Esquadrão quanto ao paradeiro de Midranda.
Mas, sente que o seu destino está selado e que não conseguirá voltar para casa e cumprir com a promessa que fez à sua irmã Art.
Apesar de ter cumprido com a sua missão, o seu coração permanece angustiado e ela teme pelo que os seus inimigos planejam fazer com a sua vida.
Nas fronteiras do Abismo do Mar, Marina encontra-se com Hermit, com quem compartilha tudo o que presenciara.
Hermit fica ainda mais aterrorizado do que o de costume e esconde-se, novamente, no interior de sua casa-carapaça.
Logo após, Marina transmite a mensagem de Arteres ao Esquadrão de Arqueiras, ainda sem saber que ela tinha sido capturada.
Em Ricarten, o Mestre Verkan e o Comandante Derik reportam-se ao Conselho Real, quando o Falcão de Arteres atravessa, como um raio, a janela do saguão, trazendo a mensagem urgente de sua mestra.
 
- “Arteres encontrou o paradeiro de Midranda afinal.
As visões de Celina foram confirmadas.
Mas, temos pouco tempo.
Midranda quase recuperou a totalidade das suas forças e as suas hordas sobreviveram e estão refugiadas no Abismo do Mar também.
Precisamos planejar um ataque massivo imediatamente!”, o Comandante Derik declara, após ler a mensagem trazida pelo Falcão de Arteres perante o Conselho Real.
- “Agora, que os Xamãs Reais conseguiram descobrir o antídoto para a toxina do pólen das Plantas do Abismo e a vacina e o soro para tratar da doença dos parasitas dos Caramujos, a população já está sendo tratada.
Apesar das nossas tropas terem sido obrigadas a recuar diante da invasão das criaturas do povo das águas, descobrimos que, à medida que avançam para as terras áridas do interior do continente, os monstros estão perdendo a sua força pela desidratação e estão sendo derrotados mais facilmente.
Alguma notícia sobre Arteres, Derik?”, o Mestre Verkan complementa as informações para o Conselho Real e indaga o Comandante Derik.
- “Infelizmente, ainda não temos notícias sobre o retorno de Arteres ao nosso posto avançado no Abismo do Mar.
Vamos esperar que ela retorne em segurança, após ter cumprido a sua missão...
Ao mesmo tempo em que precisamos planejar o nosso ataque, ainda temos que lidar com ameaça da Drosera do Abismo, que chegou às portas do Castelo Bless em busca do poder da Fonte de Mana.
Enviarei Kyros, líder do Esquadrão de Lutadores para eliminar essa aberração”, responde o Comandante Derik, preocupado.
 
Enquanto os estrategistas militares dos pristonianos se preparam para um ataque massivo ao Abismo do Mar, Kyros chega ao Castelo Bless e encurrala a monstruosa Drosera do Abismo com o seu poderoso Esquadrão de Lutadores.
Sob o comando de Kyros, os Lutadores desferem violentos golpes de machado e, um a um, os tentáculos venenosos da Drosera do Abismo vão sendo decepados.
Mesmo com as suas defesas naturais mutiladas, a Drosera do Abismo continua dirigindo-se ao local da Fonte de Mana.
Kyros, então, desfere uma machada descendente, cortando o caule da planta-monstro ao meio, de cima até as suas raízes, derrotando-a.
O golpe mortal de Kyros destrói a Drosera do Abismo, mas a seiva derramada do seu interior atinge as suas mãos, queimando-as e ferindo-o gravemente.
 
Continue divertindo-se com o evento O Contra-Ataque Inimigo – Parte 2, que foi prolongado por mais uma semana.
Confira, novamente, os detalhes nas tabelas abaixo:
 
 

 

 

 

O evento o Contra-Ataque Inimigo – Parte 2 (Prolongado) continua ativo nos subservidores Alfa, Beta e Gama de todos os servidores.
 
Qual será o destino que aguarda a corajosa Arqueira Arteres, que foi capturada por Yagditha?
Prepare-se para a Guerra dos Mundos!
 
 
 
Equipe Priston Tale

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